Lançai fora todo o desgosto

“Afasta, pois, do teu coração o desgosto e remove da tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade” (Ec 11.10).

É comum nos dias atuais, ver pessoas bem jovens, desgostosas. O desprazer tem assolado essa parcela significativa da humanidade, levando-a ao total desespero. Alguns, se refugiarem nas drogas, no consumo excessivo de bebidas alcoólicas e no atentar contra a própria vida. Desgosto é sinônimo de pesar, mágoa, tristeza e descontentamento. No mundo globalizado é comum a pessoa se ressentir por qualquer coisa. Sente condolências por motivos fúteis e atitudes impensadas por parte de seu semelhante para com ela. Costuma machucar seus próprios sentimentos e os deixa armazenados dentro de si por longo tempo, ao ponto de ir se desgostando da própria vida, do cônjuge, dos filhos, do emprego, da igreja, da obra que realiza para Deus e, por conseguinte, descontenta-se com o próprio Salvador que é Cristo, fazendo naufrágio da fé. As mágoas não curadas são capazes de levar a pessoa a um estado depressivo e, às vezes, agressivo. São elas responsáveis, em grande parte, pelas crises de ciúmes e por contendas desnecessárias. As mágoas não curadas têm contribuído para muitos casamentos serem desfeitos e muitas famílias perderem o sentido da vida. São manchas, nódoas que embotam o coração levando a pessoa ao pecado e ao desconforto espiritual. O salmista tinha um antídoto para a mágoa: a Palavra de Deus. Diz ele: “Guardei a tua palavra no meu coração para não pecar contra ti”. O desgosto é capaz de bloquear o rio de felicidade que existe dentro de cada um de nós. O Espírito Santo, o consolador da alma, fica triste quando alguém está descontente com tudo e com todos. Cristo quer, de uma vez por todas, afastar de você a dor que tem causado sofrimento a sua alma. Creia no Senhor Jesus Cristo e o Espírito Santo removerá toda a angústia e todo descontentamento do seu interior!

Ei, não faça mais isso! Porque você nasceu de novo

“Jesus respondeu e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus” (João 3.3).

Quem deseja um dia ir para o céu e reinar com Cristo para todo o sempre deve atentar piamente para esta realidade do novo nascimento. Todos nós praticamos inúmeras coisas que achamos não ter importância nenhuma com nossa conduta cristã, porém, o Espírito Santo, constantemente, está nos alertando para não fazermos mais isso ou aquilo, porque Ele habita num templo puro e santificado. O nascimento natural de uma criança ocorre no fim de um processo, não adianta nascer antes, há um tempo determinado. O nascimento com a vida dar direitos e isso é uma verdade. Com o novo nascimento o homem alcança a vida eterna, passa a fazer parte da família de Deus, e também ser chamado de filho e, consequentemente, torna-se herdeiro e co-herdeiro com Cristo, participando da natureza do Senhor Jesus Cristo e de tudo que há no céu. Para o homem nascer de novo é preciso que ele creia em Cristo e na obra expiatória do calvário. Exerça a sua fé nEle e nEle viva a cada dia. O nascido de novo cuida de sua vida com sabedoria, sempre atentando para a vigilância e a observância da Palavra de Deus. Quem é nascido de novo, não faz mais isso e nem aquilo!

A mosca sobre o fogão

“Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca” (Ap 3.15 e 16).

As Igrejas Pentecostais são conhecidas como sendo igrejas nascidas sob o poder do Espírito Santo, do “fogo do Espírito”, portanto, são comunidades de “fogo”, em que a maioria dos seus membros são batizados com o Espírito Santo e falam línguas estranhas. Os membros dessas igrejas não devem ser mornos ou frios, mas quentes, vivendo nas temperaturas altas, como professam alguns de seus pregadores. Outro dia ouvi um mensageiro dizer: “Quando o fogão está acesso com as panelas no fogo, dificilmente é palco de alguma mosca”. Esta afirmação é uma verdade que tem lições espirituais de grande valia para o cristão: “Se o fogo do Espírito Santo estiver nele acesso, com certeza, o Inimigo (representado aqui pela mosca) não pousará em seu “fogão” (representando seu coração), mas se o fogo do Espírito estiver apagado, com facilidade o pecado (representado também pela mosca) pousará sobre sua vida. Um conselho de um pastor amigo: Reacenda o fogo do Espírito Santo em sua vida. Busque os melhores dons espirituais, os quais lhe recobrarão o vigor, a autoridade e o poder de Deus. Reacenda o fogo do amor. Amor pelas vidas perdidas sem Cristo e em trevas; reacenda o fogo da evangelização e o fogo da comunhão entre seus irmãos e o Senhor Jesus Cristo, obviamente. Reacenda o fogo legítimo, para que a mosca não venha a pousar sobre a comida divina que está no fogão, ou seja, no seu coração. Ponha mais e mais lenha no fogo, faça uma grande chama, pois o mundo precisa saber que você ainda vive e está pronto para incendiar a seara do Inimigo. Procure afastar a mosca, o indesejável, o Inimigo, toda sorte de pecado que por ventura venha a pousar sobre o seu fogão, estragando a salutar comida vinda do céu. Mantenha o fogo aceso, a chama ardendo e você verá que a sua vida será diferente, e o Espírito Santo terá prazer em te usar grandemente.

Dependência cibernética, um mal do século

“…foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão” (1 Timóteo 6.12).

Escrevi recentemente sobre a minha preocupação com aqueles que estão dedicando uma grande parte do seu tempo ao entretenimento cibernético; com uma vasta parcela dos que se isolam do mundo real, do bom relacionamento familiar, do convívio conjugal, da vida interativa pela comunicação verbal entre pessoas e amigos. Hoje, a questão da dependência cibernética tem preocupado os médicos, os psicólogos e outros profissionais que estudam o comportamento humano. Há casos já registrados onde pessoas estão doentes por causa dessa dependência do celular, da internet, etc. Estas pessoas estão sendo tratadas da mesma maneira como se trata um dependente químico, com remédios ainda mais fortes e com os mesmos cuidados médicos. Pessoa com essa dependência, com esse vício, geralmente, não tem compromisso consigo mesmo. Quando chega a uma situação dessas já requer um cuidado especial, um tratamento e um acompanhamento médico, pois a doença já é uma realidade, pois elas perdem diariamente muito tempo com o smartpfone, o tablet, o notebook, e, principalmente, com a internet. É triste conversar com alguém que não está nem ai para o que você fala, pois a preocupação com o celular é cada vez maior. A dependência cibernética, hoje em dia tem tratamento semelhante ao dependente químico, pois a pessoa sente falta, é obcecado pelo celular, pela internet e tudo que gira em torno da tecnologia cibernética. Não culpo os pais e nem a ninguém, todavia, alerto para esse problema que é uma realidade no nosso meio. Hoje, os presentes mais cobiçados giram em torno do celular e do notebook e do acesso à internet. Vários professores incentivam a pesquisa pela internet. As grandes enciclopédias, milhões de livros didáticos, livros de variadas categorias, filmes, gravuras, museus, turismo, etc, já estão em meio eletrônico, ou seja, na internet. O que fazer? Talvez seja a sua pergunta. A minha resposta é: tudo que for excessivo, que tire o nosso tempo das coisas do Senhor, nos afaste das pessoas que amamos e não permita que o Espírito Santo tenha autoridade sobre nós, é considerado preocupante e podendo a atingir a situação chamada pecado. Lembre-se, “Todas almas são minhas, a alma que pecar, está morrerá”.

Quiproquós atrapalham a vida ativa da Igreja de Cristo

“Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo os homens?” (1 Coríntios 3.3)

Jesus, certa vez, teve que tomar uma atitude bastante incisiva com seus discípulos, pois eles estavam se digladiando para saber quem dentre eles era o maior (Lucas 9.46-50). Tomando Jesus uma criança, ensinou-lhes algumas verdades sobre a humildade e o que é ser grande para Deus. Às vezes, o cristão é impelido pela própria vaidade. Não é pecado o reconhecimento de seu próprio trabalho e de seus valores e talentos. O que não é recomendável é depreciar o trabalho do outro, querendo ser maior. Veja o que diz a Bíblia: “Considere o seu irmão superior a você mesmo.” Na casa de Deus não há ninguém insubstituível. O Senhor deu talentos diversificados a seus filhos. Alguns há com apenas um talento, porém, a maioria tem recebido mais de um. São os quiproquós os verdadeiros causadores de imbróglios na casa de Deus. Quiproquós são ciúmes, contendas, problemas. Ciúmes de uns para com os outros provocam intrigas capazes de deixar a igreja num estado espiritual deplorável, mas diz a Bíblia: “Ai daqueles que provocarem escândalos na obra de Deus.” É hora de todo cristão pensar mais em Cristo, no que Ele fez por sua vida e em como pode agradá-lo. Aproveite e deixe de lado as questões mesquinhas, o individualismo e se una ao seu irmão em Cristo para que juntos vocês realizem um grande trabalho para Deus.

Leproso Político

“E muitos leprosos havia em Israel no tempo do profeta Eliseu, e nenhum deles foi purificado, senão Naamã, o siro.” (Lucas 4:27).

De vez enquanto ouço algumas frases que me chamam à atenção. Outro dia ouvi alguém dizer: “Eu sou um leproso político”. Ora se existe o leproso político, também existe uma infinidade de outros leprosos. A lepra é uma infecção crônica do organismo produzida por um bacilo específico, chamado bacilo de Hansen. O termo em hebraico era “tzará´at”. Este vocábulo geralmente era traduzido por “lepra”, “leproso”. Embora a designação “lepra” não fosse correta do ponto de vista médico, uma vez que “tzará´at” se referisse a uma gama bem maior de doenças da pele, todavia era comum sua utilização. O Antigo Testamento cita algumas pessoas que ficaram leprosas: Além de Moises (Ex 4.6), Naamã (2 Reis 5.1); Miriã (Nm 12.10)…; e outros, como os 4 leprosos de Samaria (2 Rs 7.3). O isolamento de um leproso evitava que a doença contagiasse outras pessoas. A lepra provocava erupção da pele e dependendo do local deixava as pessoas deformadas. Nos dias do profeta Eliseu houve a cura do Siro Naamã. De uma só vez Jesus curou dez leprosos. A lepra tem cura até hoje, pois “Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente”, entretanto, Ele é o médico que cura esta enfermidade tão cruel, bem como liberta o homem do seu estado pecaminoso, dando-lhe a Salvação.

Na atualidade, principalmente, a lepra é conhecida como hanseníase, ou mal de Hansen, porque o médico descobridor do bacilo chamava-se Dr. Gerhard A. Hansen. A lepra é símbolo do pecado. Assim como a lepra afasta do homem portador do bacilo do seio de sua família, assim o pecado afasta o homem da pessoa de Deus. O leproso político, segundo entendi na fala e no estado em que estava o senhor que assim falou, é alguém que está sendo punido por amigos políticos. Estes estão isolando-o, por ser ele tal como um leproso, alguém que poderá contagiar o grupo do qual ele fazia parte em algum momento no passado, grupo este ligado à política. É muito triste a situação de um leproso espiritual. Neste estado da “lepra”, ele cada vez mais está se distanciando de Deus, o único que pode livrá-lo dessa situação embaraçosa. Jesus Cristo te oferece hoje a oportunidade de ser restaurado.

A porta se abriu

“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” (Apocalipse 3:20).

Estava feliz naquela segunda-feira. Havia feito todas as provas e testes anteriormente perdidos e fui bem em tudo. Novamente integrado ao corpo de alunos aproveitei para falar de minha conversão.  Chegou o momento final do curso. Eu consegui ser o primeiro colocado da turma e também recebi carta branca para organizar a festa de formatura, não a oficial, mas a que iria ser realizada na escola. Aproveitei para colocar vários versículos bíblicos e mensagens de incentivo e autoestima. Todos gostaram, foi tudo muito lindo. As portas estavam abertas e aproveitei a bela a bela oportunidade… Cheguei a minha nova repartição de trabalho, esta feliz pois não era um navio. Passei ali pouco tempo e me encaminharam para um navio… Sai daquele prédio muito triste. À proporção que caminhava ia reclamando com Deus. Dizia eu: de que adiantou ter estudado tanto, ter lutado para ser o primeiro colocado do curso se não fui para onde eu gostaria de ir, mas para um navio. Havia esquecido de que minha vida, agora com salvo em Cristo estava em suas mãos. Como novo convertido ainda não tinha percebido que a vontade de Deus estaria em primeiro lugar em minha vida… Continuei reclamando até subir a prancha do navio… Poucas horas depois, já mais conformado ouvi pela primeira vez a voz do Espírito Santo, dentro daquele navio: glorifique o meu nome. Lembra-te quando oravas e jejuavas para a salvação de tua família? Eu atendi a tua oração e neste navio te levarei até lá, continue na minha presença…

Caso o amigo e irmão deseje ler todo o testemunho, e muitos outros é só entrar em contato comigo pelo telefone (61) 9551-9827 (claro) ou (61) 8195-1942 (TIM) e ainda (61) 3242-4456, e-mail orcelio.orcelio@gmail.com e farei o possível para que o livro chegue em suas mãos. O mesmo não se acha disponível nas principais livrarias nacionais.

Não devemos vagalumear na escuridão

“Aquele que ama a seu irmão permanece na luz, e nele não há nenhum tropeço” (I Jo 2.10).

O vagalume é um inseto coleóptero que emite luz fosforescente, por isso pertence à família dos lampirídeos e elaterídeos. Essa luz é emitida por meio de órgãos situados na parte inferior dos segmentos abdominais. A visão de um grande número desses insetos voando, à noite, é um espetáculo notável e a emissão de luz tem a finalidade de se aproximarem do sexo oposto para a reprodução. A Igreja de Cristo deve brilhar como um luzeiro (Filipenses 2.15), tornando o mundo incandescente pelo brilho do testemunho, dos atos irrepreensíveis e da conduta cristã ilibada. O resultado isso levaria os nossos moços a logo se casarem, pois não haveria clima para muita escolha, visto que todos se apresentariam com um brilho especial, uma gama de virtudes e desenvolvimento notório do fruto do Espírito (Gl 5.22), o que revela uma vida de santidade. A luz se apaga da vida de um cristão toda vez que houver morte espiritual, ou seja, quando alguém tropeça e cai, a luz se apaga. É preciso que haja um esforço por parte do salvo em Cristo, de modo que a sua fé permaneça em ascensão (luz acesa continuamente) e não permita que sua vida seja tal como a de um vagalume que só acende sua luz de vez em quando. A luz do cristão deve permanecer brilhando, não somente quando houver claridade (vida de inteira felicidade), mas na escuridão, ou melhor, quando as lutas e as provas estiverem em evidências no dia a dia do servo de Deus.

Carpinteiro de Cristo

“Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas?” (Mateus 13.55).

O mestre da Galileia, como era conhecido Jesus, também, exerceu o mesmo ofício de seu pai José, carpinteiro. A igreja de Cristo não poderia ficar de fora dessa bênção e de igual maneira somos carpinteiros de Jesus e usamos as principais ferramentas para fazermos a obra que nos foi confiada por Ele: a evangelização dos povos e para isso precisamos usar, o martelo, o serrote e a cola. Jesus jamais deixou de usar com sabedoria essas três ferramentas no seu serviço diário. Nós, como igreja comprada com seu próprio sangue, temos por obrigação usar as mesmas ferramentas: o martelo, o serrote e a cola. O martelo é símbolo da Palavra de Deus, “Não é a minha Palavra como fogo, diz o Senhor, e como um martelo que esmiúça a penha?” (Jr 23.29). O martelo quando bate produz vida. O martelo quando bate transforma vidas. Maria Madalena experimentou o bater do martelo e aceitou as palavras de Cristo em seu coração. O martelo quando bate salva vidas e foi assim com Zaqueu, o publicano. O serrote serve para separar partes. Quando ele é utilizado produz cortes profundos, porém, o pedaço indesejável da madeira é jogado fora. A parte que não serve a considero como sendo o pecado, o nódulo que danifica a beleza, o produto do carpinteiro. Quem é que deseja possuir um objeto com remendo, com nódulo? Assim é a vida do crente, ela precisa de pureza, de santificação. Por fim, Cristo também nos deixou outra ferramenta essencial, a cola. Esta serve para unir, para juntar duas partes, logo, na vida cristã eu considero o amor e o perdão como as duas virtudes capazes de colocar duas vidas em perfeita união. Se você pretende ser um carpinteiro de Jesus, então jamais deixe de utilizar as ferramentas principais para a sua vida: o martelo, o serrote e a cola.

O velho homem está dormindo

“Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento, pois, também, Cristo, nosso cordeiro pascal, foi imolado” (Gálatas 5.7).

Quando se aceita a Jesus como Senhor e Salvador, acontecem transformações extraordinárias na vida do homem. São mudanças essenciais para um viver saudável não só no contexto familiar e social, mas, principalmente, no relacionado à vida cristã. A conversão é uma dessas transformações geniais. O convertido permite que o Espírito Santo atue de forma integral em sua vida. Ele deixa as coisas velhas para traz, lança para fora de seu coração o fermento da maldade, que é o pecado e busca no novo viver, uma razão forte para seguir a Cristo e relacionar-se bem com as pessoas. O novo estado desse homem causa um impacto na sociedade, visto que seu caráter é alcançado pelo poder do sangue de Cristo. Este sangue além de lhe libertar é capaz de lhe dar um caráter regenerado de modo que a natureza carnal passa a dar lugar à espiritual, ou seja, lança fora o velho fermento e passa a ser uma nova massa. O apóstolo Paulo chama esse ser transformado de nova criatura e afirma que as coisas velhas se passaram e que tudo se fez novo, porquanto, Cristo passa a viver nesse homem justificado. Não permita que os embaraços dessa vida venham a ter influência em seu viver. O velho homem não deve adormecer dentro do seu coração, mas morrer literalmente e para todo o sempre. Paulo diz que “não mais vivo eu, mas Cristo vive em mim”. Com isso, ele aniquila totalmente a natureza carnal, deixando evidenciar no seu interior a outra natureza, a espiritual. Não deixe o velho homem dormir dentro de você, mas permita que, pelo cultivo do fruto do Espírito (Gl 5.22-23), ele morra eternamente e você seja a pessoa mais abençoada da face da terra. Lembre-se de que é de fundamental importância jogar fora o fermento velho.