Nem sempre as boas idéias são marcadas por bons resultados

“Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos” (2 Timóteo 3.1).

 A Bíblia a cada dia tem se tornado ainda mais atual. É maravilhoso meditarmos nas Escrituras Sagradas e confirmarmos a sua atualidade para com as coisas que acontecem neste nosso século. As pessoas estão cada vez mais preocupadas com a onda de violência que se espalha por todo mundo. A paz tem passado longe das grandes metrópoles. A juventude, ociosa e sem uma estrutura e capacitação religiosa tem procurado marcar encontros pelas redes sociais a fim de se divertirem em algum lugar que seja para eles aprazível, porém, muitos deles  que comparecem não respeitam a ordem, as leis dos estabelecimentos, nem as famílias que ali comparecem para algum tipo de lazer. Muitas famílias já não vão mais aos shoppings porque têm medo dos movimentos chamados “rolezinhos”. O “rolé” nada mais é do que um rápido passeio entre amigos, porém, estes passeios que poderiam ser um momento para se desfrutar da amizade e unir mais as pessoas, tem se tornado para muitos um momento de grande pavor e decepções. Muitos jovens de má índole se infiltram no meio dos componentes dos chamados “rolezinhos”, que não deixa de ser um tipo de “flash mob” e passam a agredir e saquear as lojas e os estabelecimentos comerciais dos shoppings. Isso é muito triste. Trata-se de uma boa idéia, porém, não vem trazendo bons resultados. Agora surgiu uma nova modalidade o “isoporzinho”, esse pelo menos não tem trazido transtorno para a sociedade brasiliense, pelo contrário, tem sido uma forma de unir ainda mais os grupos familiares que se reúnem no “eixão” aos domingos. Esse movimento é recente e surgiu com o propósito de passar uma mensagem aos donos de bares e restaurantes que os seus preços estão abusivos. As pessoas que comparecem ao “isoporzinho” levam o seu isopor com suas bebidas e vão ao “eixão” fazer o seu lazer. O que virá depois do “isoporzinho”. Do ponto de vista social, esse movimento foi uma boa idéia, e trouxe bons resultados, porém, até quando?

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O quarto de Eliseu

“Façamos-lhe, pois, um pequeno quarto junto ao muro e ali lhe ponhamos uma cama, e uma mesa, e uma cadeira, e um candeeiro e há de ser que, vindo ele a nós, para ali se retirará” (2 Reis 4.10).

Acompanhei o pastor Silva a Paripe, em Salvador/Bahia, ali visitamos um presbítero que ele conhecera na viagem passada. O obreiro chamava-se Evilânio e era dirigente de uma congregação em Pau da Lima. Quando chegamos a sua casa ele nos recebeu muito bem e nos alojou em um sobrado bem agradável o qual batizamos de Quarto de Eliseu. Tratava-se de um quarto com vários beliches, uma mesa pequena e algumas cadeiras. Após horas de conversa fomos convidados a nos hospedar ali. A permanência nossa em Salvador estava condicionada a prontificação do reparo do navio previsto para três meses. Conosco haviam mais três marinheiros. Aquele quarto servia de local de oração, leitura e meditação da Palavra de Deus, lugar de planejamento estratégico e de descontração. Ali passávamos várias horas até irmos para a igreja ou regressar para bordo. Poucos meses depois, já em viagem para o exterior, passamos por Salvador, visitamos o presbítero Evilânio e soubemos que ele estava enfrentando uma crise familiar, com uma de suas filhas, a que era gêmea com um rapaz por nome Eliudan. Quando o pastor Silva tomou conhecimento se mostrou bastante preocupado e ofereceu ajuda, dizendo-lhe que havia um guarda-marinha, no navio muito inteligente, conhecedor das Escrituras, ensinador e pregador da Bíblia, homem dotado de grandes virtudes e que talvez fosse interessante chamá-lo para orientá-lo na solução do seu problema familiar. O irmão Evilânio não se opôs a sugestão e disse que emprestaria o seu carro para irmos em busca do irmão Bacelar, que se encontrava no navio. Poucas horas depois chegamos com o irmão Bacelar… Subimos ao quarto de Elizeu, eu, pastor Silva e o irmão Eliudan, enquanto o  irmão Bacelar conversava com o dono da casa. Bem subimos e oramos para Deus conduzir aquela conversa a dona a casa nos mandou descer. Chegamos até a sala. A conversa tinha durado no máximo cinco minutos, eu até então não sabia do desfecho. O irmão Bacelar se despediu dos donos da casa, entrou no carro e fomos deixa-lo no navio. Havia um silêncio naquele momento. Ninguém arriscava perguntar o que houve, mas o pastor Silva quebrou a monotonia e perguntou ao irmão Bacelar, o que houve que a conversa durou tão pouco tempo? – ele imediatamente respondeu: depois que o cumprimentei, oramos, li um trecho da Bíblia, me apresentei e antes que falasse alguma coisa ele me fez uma pergunta: o irmão é casado? O irmão tem filhos? – eu respondi que não, mas era noivo e após a viagem iria contrarir matrimônio. Então, com uma frase só ele encerrou a conversa: o irmão não sendo casado e não tendo filhos não tem nenhuma experiência a passar para mim. Muito obrigado por ter vindo a minha casa… Eu não sei se o Quarto de Eliseu ainda existe, pois já se faz 34 anos que tudo isso aconteceu…

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Não envergonhe a sua mãe!

“A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe” (Pv 29.15).

A escalada de nossa juventude cristã hoje, é diferente da geração de um passado recente da qual faço parte. A meu ver, se bem que não sou um especialista no assunto, mas tenho uma experiência de vida, os jovens de ontem tinham mais sensibilidade ao Espírito Santo, valorizavam mais a sua própria salvação e dedicavam-se mais às coisas de Deus. Os rapazes de ontem enfrentavam os mesmos problemas que os da geração de hoje enfrentam, entretanto, havia entre eles uma maior preocupação e um amor maior à Palavra de Deus, guia de fé e alimento sólido e sadio para a alma. O temor ao Senhor parece-me que era mais acentuado e os jovens tinham medo de cometer iniquidades e serem lançados no mundo à mercê de Satanás. O entretenimento que existia quase sempre estava relacionado às atividades da igreja, os “shopping centers” eram em número bem menores, e os locais de passatempo eletrônicos quase não existiam. Em casa, faltavam o vídeo game, o DVD, a TV a cabo e a Internet. Assim sendo, o jeito era passar o tempo com alguma atividade na igreja ou lendo algum livro de cunho evangélico, coisa que faço até hoje e sinto-me muito bem. O rapaz e a moça, entregues a si mesmos, são capazes de não somente entristecer a sua mãe, como também aqueles que com eles se relacionarem mais diretamente. É preciso que o jovem cristão crie mais vínculo com sua igreja, seja mais assíduo aos cultos, não deixe de frequentar a escola dominical e se envolva com as atividades de seu grupo na igreja, seja adolescente ou mocidade. O que não pode acontecer é este jovem se entregar a si mesmo, deixando de lado o que há de mais precioso em sua vida: a alegria da salvação. Quando o jovem se distancia dos caminhos do Senhor, perde, com certeza, essa alegria e quem primeiro se entristece é a mãe, seja ela crente ou não. O mundo de hoje oferece ao jovem cristão toda e qualquer facilidade para que ele deixe de lado os valores morais, éticos e religiosos que aprendeu no lar e na igreja. As músicas agressivas e pornográficas são capazes de distorcer os valores e princípios bons, levando o adolescente a se distanciar da verdade bíblica. Os filmes, os locais de diversão e os shows tidos e havidos como evangélicos, cujas músicas, muitas vezes plagiadas de cantores mundanos, são estridentes, com ritmos que afloram a sensualidade, ou seja, a carne, nunca ao espírito, são capazes de influenciar o nosso jovem, ainda que criado numa redoma de conhecimentos e padrões doutrinários genuinamente bíblicos e cristãos. Sob essa influência negativa, eles se distanciam do Senhor Jesus Cristo, e isso entristece não somente a mãe, mas o pai, o pastor e até mesmo a sociedade, que tanto cobra uma conduta correta do jovem conhecedor da palavra. Mais do que a homens, tal atitude entristece muito mais ao Senhor Jesus Cristo, ao Pai Celeste e ao Espírito Santo.

 

 

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