Não somos o lixo do mundo

“Quando caluniados, procuramos conciliação; até agora, temos chegado a ser considerados o lixo do mundo, escória de todos” (I Co 1.11).

As contendas, dissensões e ciúmes (I Co 3.3), quando surgem no meio da igreja, só têm um propósito: o enfraquecimento espiritual da noiva de Cristo. Uns aproveitam esses momentos para deixarem suas funções e cargos; outros começam a se esvair dos principais cultos e alguns, mais enfurecidos e menos espirituais, aproveitam para servirem a Cristo em outras igrejas, indo à igreja da qual são membros quando bem entendem, não respeitando a autoridade eclesiástica do pastor e muito menos dos obreiros que constituem o ministério. O espírito partidário havia se apoderado da igreja de Corinto de tal forma que havia, pelo menos, quatro grupos reinando: os de Paulo, os de Apolo, os de Cefas e os de Cristo (I Co 3). Eram grupos que tinham suas próprias lideranças e não se entendiam entre si e, por isso, não produziam, todavia, promoviam escândalos para os novos convertidos, de modo que Paulo os exortou severamente. O problema é que tais práticas só causam entristecimentos ao Senhor Jesus Cristo e bloqueia a operação do Espírito Santo na congregação, pois tudo fica escasso: salvação de vidas, curas divinas, glórias e aleluias voluntárias, alegria de cultuar, manifestações do Santo Espírito… Enfim, tudo fica mais difícil… Estamos crescendo. Vivemos um bom momento de despertamento e avivamento na vida da maior parte dos membros da igreja… Precisamos lutar ombro a ombro para nos conduzirmos em pleno estado de santidade na presença do Espírito Santo. Precisamos orar e nos alimentar da gloriosa Palavra de Deus continuamente, frequentando os cultos regularmente e contribuindo com alegria. Também precisamos divulgar o nome de Cristo e a obra que a igreja na qual congregamos está realizando através de cada membro. Devemos permanecermos unidos, pois não somos o lixo do mundo.

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Não despreze o ministério que Deus lhe deu

“Então todas as árvores disseram ao espinheiro: vem tu, e reina sobre nós” (Juízes 9.14).

Essa passagem é conhecida como a parábola de Jotão, um dos filhos de Gideão que escapou do massacre promovido por seu irmão mais velhos abimeleque que, num só dia, matou seus setenta irmãos sobre uma pedra, só escapando Jotão porque se escondeu. A parábola retrata o desprezo prela monarquia, pelo poder real, no simbolismo das árvores, vindo então o espinheiro a ser consultado para reinar sobre as demais. O espinheiro não dar fruto e nem oferece sombra e nem segurança, símbolo do reinado mesquinho e pequeno de Abimeleque. Seja qual for o ministério que Deus lhe deu ou está lhe chamando para assumir, não o despreze. Nunca se chega a uma posição de destaque sem que antes tenha que subir alguns degraus. Não diga não para Deus, pois o Senhor tem grande amor por você e está apostando todas as fichas em você, pois você é útil em sua obra e Deus tem projetos para com a sua vida. Aceite o convite, seja forte, não seja pessimista, dê uma chance para o Espírito Santo te usar.