As águas gastam as pedras

“As águas gastam as pedras…; e tu fazes perecer a esperança do homem” (Jó 14.19).

A Bíblia diz que o chuvisco não espera pelo homem (Miqueias 5.7) daí a razão da erva estar sempre verde, porque não depende exclusivamente do homem, mas é dádiva de Deus e é coisa certa que surge ao cair da tarde assim como certas são as pedras serem desgastadas pelas águas. Somos pedras vivas (I Pe 2.5) e, como pedras, precisamos sofrer desgastes. Não somos pedras mudas, que não despertam (Mc 2.19), mas pedras provadas, preciosas, bem firmes e fundadas (Is 28.16). Assim sendo, não seremos abalados quando soprarem os ventos das adversidades, visto que nossa esperança se agigantará fazendo-nos descansar no Senhor Jesus Cristo. É glorioso quando somos desgastados por Cristo, a água viva (João 4.10). Somos como um diamante em suas mãos: uma pedra bruta, sem valor, suja e sem brilho, mas quando lavada e purificada (pela sua palavra), torna-se de valor imensurável. Quando não somos desgastados, perdemos as forças e a esperança. O salmista depositou sua esperança em Deus, de modo que o Senhor honrou sua fé (Sl 39.7). Ele sabia que a sua esperança era única e exclusivamente o Senhor (Sl 62.5) e, por isso, passou a confiar nEle desde sua mocidade (Sl 71.5) e foi na palavra de Deus que encontrou força e esperança abundantemente (Sl 119.116). Querida igreja, não se desgaste com os problemas da vida, mas permita Deus se aproxime de você e te desgaste a fim de te tornar íntimo de teu Senhor, porque o “Senhor será a tua esperança e guardará os teus pés de serem presos” (Provérbios 3.26).

Caso o amigo e irmão deseje ler todo o livro, volume 2 da Coleção Nas Asas do Espírito, é só adquiri-lo pelos pelos telefones (61) 9551-9827 (claro) ou (61) 8195-1942 (TIM) e ainda (61) 3242-4456, email orcelio.orcelio@gmail.com e farei o possível para que o livro chegue em suas mãos, uma vez que você não o encontrará, ainda, nas principais livrarias nacionais.

A águia e as suas lições edificantes

“Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão” (Isaías 40.31).

A Bíblia diz que “A águia desperta o seu ninho, se move sobre os seus filhos, estende as suas asas, toma-os e os leva sobre as suas asas” (Dt 32.11). A águia é uma grande e vigorosa ave de rapina. Ela vive acasalada e faz o seu ninho nos rochedos escarpados. Tem a vista penetrante, e do alto consegue avistar a sua presa. O seu voo é muito rápido. As suas garras potentes e aguçadas tornam estas aves perigosas para os carneiros, os gamos, e outros animais, inclusive crianças. Elas nutrem os seus filhos. O cristão como águia precisa valorizar, alimentar, cuidar e dedicar tempo a todos quantos têm aceitado a Cristo como Salvador. Não basta somente evangelizar, mas a eficácia da obra está no fato de cuidarmos bem dos que aceitam a Cristo. A águia desperta o seu ninho. Despertar é tirar a pessoa do sono. Diz Paulo: “E isto digo, conhecendo o tempo, que é já hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto de nós do que quando aceitamos a fé” (Rm 13.8). O cristão para despertar alguém desse sono doentio, no campo espiritual, é preciso que ele se desperte primeiro. A águia voa longe e fita os olhos no alvo, de forma concreta. O cristão não pode colocar os seus olhos onde bem quer. Não fite os olhos naquilo que não edifica, ou que não é nada: “Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Porque, certamente, isso se fará asas e voará ao céu como a águia.”(PV 23.5). A águia é uma ave ligeira, e Deus espera que aqueles que o amam sejam ligeiros para se consagrarem, evangelizarem, buscarem a Deus, etc. Não deixe que o inimigo de nossas vidas seja mais ligeiro do que você: Em Lamentações 4.19 diz: “Os nossos perseguidores foram mais ligeiros do que as águia; sobre os montes nos perseguiram, no deserto nos armaram ciladas”. A águia faz o seu ninho, a sua casa nas rochas, nas penhas (Jó 39.2729) e você? O Cristo deve fazer a sua casa sobre a rocha e essa Rocha é Cristo – Mateus 7.24.