Bem-aventurados os que sofrem

“Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa” (Mt 5.10 e 11).

Jesus certa vez ensinou aos seus discípulos que “… no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (Jo 16.33). Ele venceu, isso sabemos, e como venceu? Ele venceu com muita determinação, sabendo em quem confiava, dedicando-se à leitura das escrituras (Toráh), orando incessantemente, ensinando com frequência as escrituras, curando, libertando e abençoando os necessitados. Existem sofrimentos pelos quais passamos que não glorificam ao Senhor. Eis algumas: a) calúnia (difamação, acusações falsas). É característica dos ímpios (Rm 1.30), mas é possível que exista na comunidade cristã (II Co 12.20). É abominável ao Senhor (Pv 6.16,19) e provoca indignação no meio cristão (Tt 4.11, Ef 5.3); b) avareza (apego ao dinheiro, aos bens materiais). Tal comportamento é condenado por Jesus (Lc 12.15 e 21), censurado por Paulo (Ef 5.3) é, sem dúvida, a raiz de todos os males e ainda impede a herança do Reino de Cristo (Ef 3.5); c) ganância (usura e ganho ilícito). Neste caso, a Bíblia recomenda não a aceitar (Pv 1.10-19) e alerta para que os gananciosos tomem cuidado (Jd 11); d) Cobiça (honras e riquezas). Isso as Escrituras sempre proibiu (Êx 20.17), pois perturba a casa (Pv 15.27) e causa grandes perigos, visto que conduz à mentira (2 Rs 5.22-25), ao roubo (Js 7.21), ao homicídio (Pv 1.18,19), à miséria (I Tm 6.10) e até mesmo à morte (Tt 1.13-15). Todo cristão deve fugir dessas coisas (I Tm 6.11). O crente em Jesus deve sofrer o resto das aflições de Cristo e, com isso, suportar com paciência e gozo (Jo 16.33), sabendo que o sofrimento produz “um peso de glória” (II Co 4.17 e Rm 8.18), identifica-nos com Cristo (I Co 4.11-13) e nos torna bem-aventurados (Mt 5.10-12). “Lembre-se de que as lutas e os sofrimentos de um Cristão são todos suportáveis, pois Deus não nos deixa ser tentados acima daquilo que não podemos suportar” (I Co 10.13).

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Tudo pode mudar da noite para o dia, basta ser o endereço da bênção

“E disse-lhe Davi: Não temas, porque decerto usarei contigo de beneficência por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai, e tu de continuo comerás pão à minha mesa” (2 Samuel 9.7).

Quando o homem é o endereço da bênção, não adianta se esconder, nem se abrigar numa terra distante e improdutiva como “ló-debar”, pois o Senhor, cujos olhos é como chamas de fogo e que procura os fiéis da terra para abençoar, o achará. A história de Mefibosete, filho de Jônatas, porquanto neto do rei de Israel Saul, é essa pessoa que foi descoberta e convidada para ir à presença do rei Davi. Como Mefibosete, hoje, há muitas pessoas que esperam um agir de Deus. Mefibosete, aleijado de ambas as pernas, morava de favor na casa de Maquir, em Ló-debar (terra não produtiva). Ele havia se acidentado numa queda que levou quando ainda bebê. Cresceu vendo todas as terras que pertenciam a seu pai e seu avô, bem como os bens particulares de sua família sendo espoliado e distribuído para pessoas ligadas a Davi, rei de Israel no lugar de seu avô. Mefibosete, era um príncipe pobre, sem herança e sem possibilidades de se locomover normalmente, era aleijado. Um dia, sem que ele esperasse, chegaram na casa de Maquir as carruagens do rei Davi. O medo e o pavor tomou conta de Mefibosete, pois achou que estavam ali para matá-lo, pois ele era descendente do rei Saul. Pelo contrário, o convite foi para ele se apressar que o rei o chamava no palácio. Quando ele chegou à presença de Davi, o rei lhe restituiu tudo que era de seu avô e seu pai, bem como o convidou a viver uma vida de príncipe no palácio real. Quando o homem é o endereço da bênção, não adianta se esconder, pois Deus o achará.