Retira o teu dinheiro da poupança

“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes” (Malaquias 3:10).

No período das aplicações presenciei muitas pessoas crentes se tornarem materialistas. Por causa das aplicações muitas pessoas venderam até mesmo imóveis para aplicar o seu dinheiro. Outros viviam somente dos juros que ganhavam e muitos não se lembravam dos necessitados, dos pobres e daqueles irmãos que precisavam de constante ajuda. Quando muito, emprestavam a juros, dizendo que não podiam perder nada, pois a inflação estava marchando firme, e as coisas estavam aumentando assustadoramente. Tomei conhecimento que muitos pastores aplicavam o dinheiro da igreja e os juros obtidos aplicavam em construções e obras diversas sempre com o intuito de tornar o templo mais confortável para os irmãos, e isso, é louvável, porém, muitos nem isso faziam. Sempre que orava pedia a Deus para abrir os olhos de seus ungidos, daqueles que tinham a responsabilidade sobre o rebanho, para que eles não se iludissem com a “febre da aplicação”. Certo dia orando pelas madrugadas o Espírito Santo me disse: servo meu, amanhã retira tudo o que tu tens em poupança e guarda contigo em lugar seguro, pois irei te orientar o que deves fazer. Sinceramente achei estranha aquela visão, por que o Senhor me mandou  fazer tal ação? Que lição ele queria me dar com aquela postura? Não contei até três, fiz justamente o que Ele me mandou. No outro dia fui à Caixa Econômica e retirei tudo da conta, não deixei absolutamente nada. Cheguei até a comentar com dois irmãos da igreja sobre a visão que tive, mas eles não deram crédito, a aplicação estava rendendo muito dinheiro e não seria a hora de pensar em algo diferente que não fosse aplicar o dinheiro. Dois dias depois o Governo confiscou a poupança a nível nacional. Vi muitos pastores chorando. Alguns perderam imóveis, bens móveis, e outros bens que venderam para aplicar o dinheiro, porquanto era algo muito rentável. Do lucro que tinham jamais pensaram em dá o dízimo e isso entristeceu ao Espírito Santo. Orando em casa perguntei ao Senhor. Por que tu me avisaste para retirar o meu dinheiro da poupança? A resposta foi imediata, porque tu tens sido fiel nos dízimos e nas ofertas alçadas. Fiquei deveras preocupado com a situação de muitos pastores que sem consultarem a Deus investiram os bens da igreja. Por muitos dias fiquei ouvindo aquela voz: retira o teu dinheiro da poupança! Poucos dias depois, saindo do culto de Santa Ceia, peguei um ônibus ali no Campo de São Cristovão, próximo da igreja onde congregava. Estava com o meu primogênito no colo e a minha esposa com o segundo, também no colo. Conversávamos a cerca da mensagem daquela manhã. O pastor que ministrara usou toda a sua sabedoria para transmitir uma mensagem do coração de Deus. Estava tão contente naquela manhã que não percebi que o ônibus estava sendo assaltado por três elementos. Um ficara na porta dianteira, o outro no meio do ônibus e outro depois da roleta. O que estava no meio do coletivo parou próximo de mim, apontou a arma e mandou que eu passasse o relógio e a carteira, e a minha esposa passasse o relógio. Fiquei olhando para ele, o revólver estava bem próximo da cabeça do menino que estava no meu colo. Eu disse para aquele indivíduo: – você não pode levar nada que é meu, pois tudo quem me deu foi Jesus. O indivíduo que estava na porta, junto ao motorista disse: – queima esse crente, dá um tiro na cabeça dele, rápido, vamos logo…. – algumas pessoas estavam chorando e outras gritavam para eu entregar logo o que o meliante me pedia… – o clima ficou muito tenso e ele começou a tremer, o outro indivíduo gritou sujou! E ele me olhou com muito ódio, não apertou o gatilho, e desceram correndo do ônibus. Um grupo de crente me cercou, a minha esposa tremia, os meninos choravam e eu fui duramente repreendido e criticado pelos irmãos ali, infelizmente todos foram assaltados, menos eu e minha esposa. Sei que arrisquei a vida de meus filhos, a minha e de minha esposa. Acho que hoje não faria isso de novo, mas eu fiz naquele dia, não medi as consequências. Um presbítero da igreja me chamou de imprudente e me disse: – só você não foi assaltado por quê? Eu falei bem alto:  – porque eu sou dizimista! Ouve um silêncio no ônibus, depois pequenos comentários e a viagem prosseguiu. Em Vicente de Carvalho eu desci e, ai sim, é que minhas pernas vieram a tremer. Lembrei-me da cena e chorei em pensar que poderia ter provocado a morte de meus filhos, ao mesmo tempo em que glorificava ao Senhor pelo grande livramento.

Esse relato é comovente e edificante. Caso o amigo e irmão deseje ler todo ele na íntegra e saber como foi os detalhes da vitória, e como foi que Deus agiu para me ajudar é só adquirir o livro Avistei o Farol. Entre em contato comigo pelos telefones (61) 9551-9827 (claro) ou (61) 8195-1942 (TIM) e ainda (61) 3242-4456, email orcelio.orcelio@gmail.com e farei o possível para que o livro chegue as suas mãos, uma vez que você não o encontrará, ainda, nas principais livrarias nacionais.

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