Preciso da tua proteção Senhor!

“Guarda-me como à menina do olho, esconde-me à sombra das tuas asas” (Salmos 17.8).

Aproxima-se o evento mais esperado deste ano de 2014 para todos os brasileiros, quer estejam no país ou fora dele. A expectativa é muito grande e o evento em si mobiliza não somente os nativos, mas também, todos os povos em todo o mundo, pois se trata da COPA do Mundo, uma modalidade esportiva que é muito afinada com o jeito e a cultura nacional, aliás, somente o Brasil tem o “rei do futebol”. Evento como este sempre traz uma preocupação para todos os que lideram vidas, quer seja o Presidente do país ou os líderes religiosos e empresariais. Como líder, tenho orientado a todos os liderados que não deixem de orar, de interceder pela nossa gente, e por todos que se deslocarão de seus países para aqui torcerem por suas seleções e delegações. Quase sempre acontecem imprevistos e acidentes no juntar e no deslocamento das massas, e é por isso que estou pedindo ao Senhor proteção, não somente por minha família, mas muito mais pela igreja, pelas crianças e por todos que estarão envolvidos neste mega espetáculo, onde os atores correrão atrás de uma bola tendo como objetivo o gol e alguns menos preparados esquecem às vezes os seus valores e acabam praticando atos desagradáveis e deselegantes. Todos nós precisamos de proteção da parte de Deus. O mundo de hoje é cheio de matizes de modo que o colorido nem sempre se harmoniza como o arco-íris, mas se divergem e as pessoas com seus pensamentos, suas idéias e religiões, mesmo convergindo para um só objetivo, o futebol, a alegria e o prazer de se divertir, poderá haver tumulto e confusão, pois em meio a festa, haverá a competição, e não é uma competição entre jogadores de uma mesma cultura, de um mesmo país; se digladiarão no campo, fora dele, nas ruas, nos bares e nas casas raças e culturas diferentes, e mesmo diante de um grande e bem organizado planejamento poderá, sem dúvida, haver algum tipo de enfrentamento, principalmente, por parte daqueles que não concordam com a realização da COPA do Mundo, e que irá fazer de tudo para que ela não se realize e os inocentes, aqueles que de longe assistem, poderão ser atingidos de alguma forma e poderá manchar o verde, o amarelo, o azul e o branco de nossa Bandeira Nacional. Minha orientação no momento é orar para que tudo saia tranquilo, que não haja distúrbios e nem depredações, nem feridos e nem mortos, mas que seja um espetáculo, para quem gosta, prá lá de agradável. O que mais peço a Deus é que, você e eu, e todos que venham participar da COPA, sejam guardados como à menina do olho. E que o Senhor Deus nos esconda no mais profundo de suas recamaras, para que o inimigo não possa nos vê e tenhamos paz. É preciso que cada um esteja pronto, em condições de interceder por aqueles que irão participar da COPA do Mundo. Tenho a grata felicidade de você e eu sermos servos do Senhor e dEle recebermos as promessas que estão reservadas para nós conforme a fé retida nos nossos corações. A nossa COPA é outra, marcada pela presença constante de Cristo, pela Oração, pelo Perdão e untada no grande Amor que Jesus tem nos dado. Ajuda-nos ó Deus, pois precisamos da tua proteção.

Prova de fogo

“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça. Eis que, envergonhados e confundidos serão todos os que se indignaram contra ti; tornar-se-ão em nada, e os que contenderem contigo, perecerão” (Isaías 41:10-11).

O meu ministério sempre foi marcado por provações. Lutas vêm e lutas se vão, mas o Senhor em nenhum momento me abandonou. Aprendi ao longo dos anos que não devemos segurar nas mãos de Deus. Muitos que assim fizeram a largaram nas horas da prova de fogo, todavia, aqueles que deixaram Deus segurar suas mãos, mesmo na fornalha de fogo ardente não desanimaram e nem deixaram o Senhor Jesus Cristo, porque suas vidas estavam escondidas em Deus e Ele mesmo é quem segura nossas mãos. O Senhor Jesus disse certa vez: “Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora” (João 6.37). Permita Deus segurar em suas mãos. Quase apanhei um dia dentro do ônibus. Estava subindo o coletivo quando um rapaz a minha frente pulou do segundo degrau e correu, então percebi pelos gritos do rapaz que estava à minha frente que ele havia roubado a sua carteira. No meio daquele tumulto, já estava no primeiro degrau e um outro rapaz segurava a minha carteira, então foi ai que lhe disse com a voz bem alta: o sangue de Jesus Cristo tem poder, larga! O moço largou a carteira e saiu corrento. Uma senhora que viu tudo procurou inflamar as pessoas que estavam ali atrás para se revoltarem contra mim, porque não dei um chute no rapaz, mas o repreendi. Enquanto o ônibus se deslocava pude dizê-la que muitas coisas não são resolvidas com violência, mas com a autoridade das palavras. As palavras têm poder ainda mais quando usamos o nome de Jesus. Não devemos usar o nome de Jesus em vão, mas devemos usar o nome de Cristo sempre que orarmos, intercedermos ou clamarmos nas horas de angústias e dor. O próprio Jesus nos motiva a usar o seu nome: “… Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar. Até agora, nada pedistes em meu nome, pedi e recebereis, para que a vossa alegria se cumpra” (João 6.23,24). O nome de Jesus é proteção para as nossas vidas, mesmo estando nós dormindo. Certa vez em sai da UERJ, Universidade Estdual do Rio de Janeiro para a minha casa. Eram aproximadamente 22:50h, e o trajeto para a Vicente de Carvalho, contemplava o lindo bairro da Mangueira, Tuiuiti, Telégrafos, etc. Eu sempre que saia da Faculdade orava ao Senhor e no nome de Jesus lhe pedia proteção. Pois bem, acordei certa vez, com o ônibus em pavorosa. O mesmo estava parado numa pequena praça ali próximo dos Telégrafos, depois da saida da Mangueira. Acordei com o alvoroço. – você tem corpo fechado? Dizia o motorista para mim. – não respondi-lhe. O que ouve, porque o ônibus parou. Antes que ele respondesse percebi que o veículo havia sido assaltado. Havia na frente do ônibus uma viatura da policia e alguns passageiros conversavam com eles. – o motorista disse-me: o ônibus foi assaltado e um dos bandidos ficou uns cinco minutos com a arma apontada para a sua cabeça e o outro mandando ele tirar o seu relógio e apanhar sua mochila, mas ele ficou intacto sem fazer nada e ai acabaram saindo e foram embora. Estava sentado bem atrás da cadeira do motorista e aproveitei para dizer a todos que estavam em minha volta que não tinha o corpo fechado, mas blindado com o sangue de Cristo que durante a prova de fogo ele sempre me garantiu a vitória. Sou crente em Jesus Cristo, completei. E todos ficaram admirados, pois nada levaram de mim. Poucos minutos depois o veículo seguiu o seu destino, e, glorifiquei mais uma vez o nome de Jesus. A Bíblia diz que “Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente” (Hb 13.8). A prova disse é que a sua igreja sobrevive em meio a grandes tribulações. Lembro-me nos meus primeiros anos de casado que, um dia chegando do trabalho a minha esposa estava chorando. Eu particularmente nunca tinha visto ela chorar daquela maneira. Ele estava com uma forte hemorragia e disse assim que eu a abracei: – estou perdendo o nosso filho, a doutora que me atendeu fez um procedimento que não deveria fazer. Havia orientado-a que estava grávida, porém e mesmo assim ela não desistiu de sua idéia, alegando que não tinha “bola de cristal”. Eu mais que de pressa lhe disse: troque de roupas para irmos ao hospital. – não, disse ela. Gostaria que você orasse primeiro. Ali mesmo junto à cama dobramos os nossos joelhos e por algumas horas estivemos ali pedindo a bênção no nome de Jesus. Em nossa oração diziamos: Senhor é o nosso primeiro filho, não deixa que o inimigo seja vitorioso nessa batalha, mas nos concede a vitoria no nome de Jesus. Horas depois nos levantamos. Minha esposa foi ao banheiro, tomou um banho e me disse alegre: – a hemorragia parou. Não estou sentindo mais dores. – gloria a Deus, exclamei. O nome de Jesus tem poder. Ele é o mesmo e é ele quem opera tanto o querer como o efetuar. Trata-se de um milagre. No outro dia a levei ao hospital. E mais uma vez glorificamos a Deus, pois a pediatra disse para nós que a criança estava bem.Tão bem que nove meses depois a minha esposa deu à luz um lindo menino, o nosso primogênito, hoje casado, pastor junto comigo na obra e que, em junho deste ano (2013) irá ser pai, juntamente com sua esposa Sara. A prova de fogo não acantece somente quando estamos nos momentos áureos da fé, mas, também, quando o desânimo se apodera de nós. É nesta hora que o verdadeiro cristão deve buscar nas Escrituras o alento, porque ela mesmo é quem diz: “… tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Fp 4.8). Tudo que fizermos devemos fazer em nome de Jesus. “E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (1 Cl 3.17)… Queridos o nome de Jesus é grande e tem poder nos céus e na terra. Desde o dia em que avistei o farol, a luz, ou seja, desde o dia em que vi a luz do mundo, Jesus Cristo, e num lampejo só ele se revelou a mim e o aceitei como Senhor e Salvador, minha vida tem sido um milagre constante. Muitas coisas poderia relatar aqui neste livro, mas a minha ansiedade de vê-lo imediatamente nas mãos de pessoas que necessitam destas palavras, me levam a finalizá-lo e desejar a todos uma boa leitura, e que o Espírito Santo possa dar a todos que nele meditarem, ricas e gloriosas bênçãos. Com o carinho todo especial do autor, pastor Orcélio, servo do Deus Altíssimo.

Esse relato é comovente e edificante. Caso o amigo e irmão deseje ler todo ele na íntegra e saber como foi os detalhes da vitória, e como foi que Deus agiu para me ajudar é só adquirir o livro Avistei o Farol. Entre em contato comigo pelos telefones (61) 9551-9827 (claro) ou (61) 8195-1942 (TIM) e ainda (61) 3242-4456, email orcelio.orcelio@gmail.com e farei o possível para que o livro chegue as suas mãos, uma vez que você não o encontrará, ainda, nas principais livrarias nacionais.

Retira o teu dinheiro da poupança

“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes” (Malaquias 3:10).

No período das aplicações presenciei muitas pessoas crentes se tornarem materialistas. Por causa das aplicações muitas pessoas venderam até mesmo imóveis para aplicar o seu dinheiro. Outros viviam somente dos juros que ganhavam e muitos não se lembravam dos necessitados, dos pobres e daqueles irmãos que precisavam de constante ajuda. Quando muito, emprestavam a juros, dizendo que não podiam perder nada, pois a inflação estava marchando firme, e as coisas estavam aumentando assustadoramente. Tomei conhecimento que muitos pastores aplicavam o dinheiro da igreja e os juros obtidos aplicavam em construções e obras diversas sempre com o intuito de tornar o templo mais confortável para os irmãos, e isso, é louvável, porém, muitos nem isso faziam. Sempre que orava pedia a Deus para abrir os olhos de seus ungidos, daqueles que tinham a responsabilidade sobre o rebanho, para que eles não se iludissem com a “febre da aplicação”. Certo dia orando pelas madrugadas o Espírito Santo me disse: servo meu, amanhã retira tudo o que tu tens em poupança e guarda contigo em lugar seguro, pois irei te orientar o que deves fazer. Sinceramente achei estranha aquela visão, por que o Senhor me mandou  fazer tal ação? Que lição ele queria me dar com aquela postura? Não contei até três, fiz justamente o que Ele me mandou. No outro dia fui à Caixa Econômica e retirei tudo da conta, não deixei absolutamente nada. Cheguei até a comentar com dois irmãos da igreja sobre a visão que tive, mas eles não deram crédito, a aplicação estava rendendo muito dinheiro e não seria a hora de pensar em algo diferente que não fosse aplicar o dinheiro. Dois dias depois o Governo confiscou a poupança a nível nacional. Vi muitos pastores chorando. Alguns perderam imóveis, bens móveis, e outros bens que venderam para aplicar o dinheiro, porquanto era algo muito rentável. Do lucro que tinham jamais pensaram em dá o dízimo e isso entristeceu ao Espírito Santo. Orando em casa perguntei ao Senhor. Por que tu me avisaste para retirar o meu dinheiro da poupança? A resposta foi imediata, porque tu tens sido fiel nos dízimos e nas ofertas alçadas. Fiquei deveras preocupado com a situação de muitos pastores que sem consultarem a Deus investiram os bens da igreja. Por muitos dias fiquei ouvindo aquela voz: retira o teu dinheiro da poupança! Poucos dias depois, saindo do culto de Santa Ceia, peguei um ônibus ali no Campo de São Cristovão, próximo da igreja onde congregava. Estava com o meu primogênito no colo e a minha esposa com o segundo, também no colo. Conversávamos a cerca da mensagem daquela manhã. O pastor que ministrara usou toda a sua sabedoria para transmitir uma mensagem do coração de Deus. Estava tão contente naquela manhã que não percebi que o ônibus estava sendo assaltado por três elementos. Um ficara na porta dianteira, o outro no meio do ônibus e outro depois da roleta. O que estava no meio do coletivo parou próximo de mim, apontou a arma e mandou que eu passasse o relógio e a carteira, e a minha esposa passasse o relógio. Fiquei olhando para ele, o revólver estava bem próximo da cabeça do menino que estava no meu colo. Eu disse para aquele indivíduo: – você não pode levar nada que é meu, pois tudo quem me deu foi Jesus. O indivíduo que estava na porta, junto ao motorista disse: – queima esse crente, dá um tiro na cabeça dele, rápido, vamos logo…. – algumas pessoas estavam chorando e outras gritavam para eu entregar logo o que o meliante me pedia… – o clima ficou muito tenso e ele começou a tremer, o outro indivíduo gritou sujou! E ele me olhou com muito ódio, não apertou o gatilho, e desceram correndo do ônibus. Um grupo de crente me cercou, a minha esposa tremia, os meninos choravam e eu fui duramente repreendido e criticado pelos irmãos ali, infelizmente todos foram assaltados, menos eu e minha esposa. Sei que arrisquei a vida de meus filhos, a minha e de minha esposa. Acho que hoje não faria isso de novo, mas eu fiz naquele dia, não medi as consequências. Um presbítero da igreja me chamou de imprudente e me disse: – só você não foi assaltado por quê? Eu falei bem alto:  – porque eu sou dizimista! Ouve um silêncio no ônibus, depois pequenos comentários e a viagem prosseguiu. Em Vicente de Carvalho eu desci e, ai sim, é que minhas pernas vieram a tremer. Lembrei-me da cena e chorei em pensar que poderia ter provocado a morte de meus filhos, ao mesmo tempo em que glorificava ao Senhor pelo grande livramento.

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Deus jamais se esquece de suas promessas

“Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti” (Isaías 49:15).

Fazia algum tempo que estava na Escola de Telegrafista. Paralelo ao meu trabalho estava dando frutos para a seara do Senhor Jesus Cristo. Ali no complexo ficava a Escola de Formação de Sargentos da Marinha do Brasil e ali eu era o dirigente do trabalho evangélico. Meu testemunho tinha que ser exemplar, vacilar jamais. Na igreja, meu ministério estava sendo abençoado. Cada vez mais me dedicava às coisas do Senhor Jesus Cristo. Estava altamente envolvido com a área de ensino. Além de ensinar no Seminário Teológico, também o coordenava de maneira satisfatória. O tempo do meu aperfeiçoamento chegara. Sabia que depois daquele período de aluno novamente, teria que embarcar, pois se quisesse um dia ser oficial teria que ter pelo menos um ano embarcado como sargento… Terminou o curso e por pouco não fui o primeiro colocado, perdi por décimos, mas ao longo do tempo soube o por que não fui o primeiro, mas o segundo, isso é assunto para alguns capítulos que jamais irei escrever. Ao entrar em casa fui recebido com muita alegria pela minha esposa. Meu filho primogênito estava cada vez mais esperto e já caminhava de um lado para outro. Terminei de jantar e disse para a minha esposa: – fui designado para a Esquadra e já soube que irei servir no Navio Tanque Marajó. Ela no mesmo instante disse-me: – você tem promessas de Deus para a sua vida. Você orou ao Senhor para não mais embarcar, então, é só confiar. Deus não muda, se Ele te deu vitória quando você se formou sargento, quanto mais agora que você está envolvido na igreja e pensa fazer uma faculdade. É somente confiar e aguardar. O tumulto era grande diante no setor de pessoal da Esquadra. Estava ali pensando no navio que estava designado para servir. O mesmo viajava muito, porquanto, em quase todas as comissões ele ir junto para abastecer os navios em alto mar. O meu silêncio foi quebrado com a presença de um cabo telegrafista por nome Miraçu, ele servia na estação rádio da Esquadra. Ele chegou e disse-me: – bom dia chefe, a paz do Senhor! Miraçu era crente e da mesma igreja que eu … – a paz do Senhor irmão Miraçu, o que você está fazendo por estas bandas? – sirvo na estação rádio da Esquadra e o chefe, o suboficial Suzarte lhe mandou chamar e estou aqui para lhe acompanhar até lá. – entrei e me apresentei militarmente ao chefe daquela estação rádio. – ele me perguntou e disse-me, você gostaria de servir aqui na estação rádio da Esquadra? – eu disse-lhe sim, mas estou designado para o navio … – nem cheguei a pronunciar o nome do navio, ele me cortou e disse-me: – é sim sua resposta? – é sim senhor! Considere-se membro da equipe da estação rádio da Esquadra. Aguarde um pouco aqui na rádio que vou ao departamento de pessoa e depois vou lhe apresentar ao Encarregado da Divisão. Seja bem-vindo! E saiu. O sargento designado para aquela estação rádio, infelizmente, foi para o meu lugar no navio tanque. Ele é muito meu amigo hoje, mas passou um bom período aborrecido comigo, para ele eu é que corrir por fora e lhe tirei a oportunidade de servi na estação rádio da Esquadra. Depois soube que fizeram uma pesquisa sobre aquele sargento, se ele era bem aceito pelo grupo e todos foram unânimes em dizer que não, e na ocasião me apontaram e  acabei indo para aquele lugar maravilhoso. Contava tempo de embarque, porém em terra firme. Era tudo o que queria e cumpria-se cada vez mais a vontade de Deus em minha vida. Deus estava honrando a minha oração. Sai da Marinha e jamais pisei em algum navio para servir. Em suma, Deus jamais se esquece de sua promessas. Aleluia!

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Até aqui me ajudou o Senhor!

“Então tomou Samuel uma pedra, e a pôs entre Mizpá e Sem, e chamou-lhe Ebenézer; e disse: Até aqui nos ajudou o Senhor” (1 Samuel 7.12).

 Estava ainda em lua de mel. Havia casado com uma das filhas do pastor Silva, a primogênita… Amanhã estava linda e o sol não estava tão abrasador, aliás, havia chovido uns dias antes e a temperatura baixou um pouco. O campo de futebol da Escola de Formação de Sargentos da Marinha estava repleto de novos sargentos, era a formatura da turma 1/1982. Ali estava eu, no primeiro pelotão, o Tamandaré. Toque vai, toque vem, e a cerimônia estava encerrada. Minha esposa havia trocado a minha divisa de cabo pela de terceiro-sargento… Cabe ressaltar que desde que houvera desembarcado do navio Escola que sentia o desejo de não mais pisar num navio. Sabia que essa decisão seria impossível e não dependeria de mim, mas da própria Força que eu servia. Mesmo assim, tinha dobrado os meus joelhos pelas madrugadas e pedido insistentemente a Deus para não me deixar embarcar. Na minha oração tinha dito ao Senhor que havia trabalhado muito como solteiro e citei os países que havia pregado e ministrado a Palavra de Deus e, como casado gostaria de cuidar da família e da obra, porquanto, se fosse da vontade dEle, queria fazer isso em terra, sem jamais pisar os pés em um navio… A formatura havia terminado… Já sabia que minha próxima comissão seria a Esquadra e sabia perfeitamente que chegando ali iria ser designado para um de seus navios… Conduzi minha esposa e toda comitiva que viera me prestigiar para o local das iguarias, fome e sede tinha atracado ao nosso contrabordo. Enquanto conversávamos nos aproximou o Diretor de Ensino, que minutos atrás havia presidido a cerimônia de formação. Ele virou-se para a minha esposa e disse: – é seu esposo? – ela disse sim. – e esta, é quem? – eu lhe respondi, é minha sogra senhor Almirante. – então, ele dirigindo-se para minha esposa disse: você se casou com uma pessoa muito boa e trabalhadora. Esse marinheiro é exemplar e a Marinha se orgulha de homens assim. – virando-se para mim, me parabenizou e perguntou-me? – vai servir a onde? Eu, imediatamente lhe respondi: o rádio (a mensagem) está me designando para a Esquadra. Então ele disse: – a Esquadra é um ótimo lugar, ali você vai aprender muita coisa e desenvolver bem a sua profissão. Depois concluiu: você quer ir para a Esquadra? – senhor Almirante, eu gostaria de ficar aqui na Escola de Telegrafia. Venho de duas viagens de ouro seguidas e meus planos é ficar em terra e dar a minha esposa uma maior tranquilidade, pois sou recém-casado. Ele virou-se para o seu Assistente, um capitão-de-Corveta e mandou que tomasse o meu nome e número de corpo e passasse uma mensagem alterando a minha designação da Esquadra para a Diretoria de Ensino. E assim o Assistente o fez. Só descobri o nome do Almirante porque fui correr atrás. Nunca tinha servido com ele, e nem havia tido contato nenhum com aquela autoridade. Na minha análise ele me confundiu com algum marinheiro que serviu com ele. Porém, no campo espiritual, tinha certeza que se tratava da mão de Deus agindo em meu favor. É o Senhor quem põem as pessoas em nosso caminho. Depois do evento passado é que fui lembrar-me da oração que havia feito a Deus, semanas a trás, para não embarcar. Cinco dias depois voltei à Escola para desembarcar. Ali tomei conhecimento que não iria mais para a Esquadra, mas seria efetivado na Diretoria de Ensino. Motivo que me fez dá muita glórias a Deus, ali mesmo onde estava… Na Diretoria de Ensino soube que iria servir no Colégio Naval, em Angra dos Reis. Fiquei ali sentado na sala de espera. Passaram-se uns quarenta minutos e o Ordenança do Almirante me viu ali e me perguntou: – o que o senhor está fazendo ai sargento? – Eu lhe respondi: fui mandado para o Colégio Naval, e o Almirante me disse que eu iria para a Escola de Telegrafia. E agora? O cabo fuzileiro naval saiu da minha presença e rumou para a sala do Assistente. Poucos minutos depois, este passou em frente a sala onde estava e “soltou os bichos” em cima do Escrevente-chefe. – você quer encerrar a minha carreira sargento Bartolomeu! Esse sargento é cochado do Almirante, e o chefe falou que ele irá para a Escola de Telegrafista, então mande-o para o Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW) e lá eles se viram… Um vez na ilha me dirigi ao setor de pessoal e ali fiquei esperando que me chamassem para perguntar alguma coisa. Várias vez passou por mim o chefe do departamento, e todas as vezes eu o cumprimentei, até que em um dado momento ele me perguntou: – eu não vi nenhuma mensagem a seu respeito, você está vindo para o CIAW. – não comandante, o Almirante disse que iria para a Escola de Telegrafista na Av. Brasil. Primeiramente, estava designado para a Esquadra, então o Almirante mandou alterar minha movimentação e me disse que iria para aquela escola. – foi ai que ele chamou o seu ajudante, e a coisa ficou feia lá dentro da sala. Minutos depois o capitão-tenente saiu e me disse, pega a próxima lancha e vai direto para a Escola de Telegrafia… Tão logo terminou o evento me dirigi a sala do Sargenteante Geral e ao olhar a mensagem vi que a Diretoria do Pessoal Militar da Marinha estava querendo saber do CIAW onde eu estava lotado, porquanto eles não fizeram meu registro e nem mandaram a mensagem sobre minha movimentação. Sai dali muito feliz e dizendo: Ebenezer, até aqui me ajudou o Senhor!

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Salvo pelo congo

“E de repente sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos. E, acordando o carcereiro, e vendo abertas as portas da prisão, tirou a espada, e quis matar-se, cuidando que os presos já tinham fugido. Mas Paulo clamou com grande voz, dizendo: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos. E, pedindo luz, saltou dentro e, todo trêmulo, se prostrou ante Paulo e Silas. E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa’ (Atos 16:26-31)

Era uma manhã de domingo e deixava a igreja após a Escola Bíblica, em São Cristovão, onde congregava quando alguém me cercou e me perguntou se eu conhecia o Oswaldino. Disse-lhe que sim, então ele me mostrou o jornal que estava em suas mãos. Li rapidamente a matéria e fiquei com minha alma triste. Ao chegar em casa, ainda chorava. Lá estava o irmão Genisvânio que dividia o quarto onde morávamos. Disse-lhe eu: – Preciso ir nessa delegacia onde esse jovem está preso,  preciso ir o mais rápido possível e apontei para o endereço descrito no jornal. Ele colocou a sua mão direita em meu ombro. Eu continuava chorando. Em seguida me disse: – você é crente ou não é crente? Se for crente vamos confiar em Deus. Ele me mandou sentar-se à mesa. Pegou a Bíblia e a harpa cristã. E disse-me: – abra a sua harpa no hino 107 e cantamos juntos. Depois ainda cantamos mais quatro hinos. Depois lemos a Bíblia no salmo 121 e tiramos um período de oração de joelhos. Quando me levantei era outro homem. Só depois desse momento glorioso é que saímos para visitar o jovem encarcerado. Fomos de ônibus. Quando chegamos à delegacia, lá na zona Sul do Rio de Janeiro, o delegado de plantão me atendeu, me identifiquei, disse o que queria e então ele foi chamar o jovem para falar comigo. Em poucos minutos o moço veio. Ali choramos juntos. Ele só me disse o seguinte: – o que está ali no jornal é tudo uma inverdade, não foi isso que aconteceu. Me enquadraram em dois artigos do Código Penal, em um crime que não cometi. Antes de deixar aquele local, tirei do bolso um Novo Testamento dos Gideões Internacionais, capa cinza e, o doei aquele moço e lhe disse: é para ler… O tempo passou. Paguei um advogado que conseguiu tirar o rapaz daquela situação. Ouvindo o seu testemunho ele me disse que ao ler o Novo Testamento que havia lhe dado o Espírito Santo lhe falou claramente sobre o plano de salvação de Deus, e, então ele não teve escolha se não obedecer a voz do Espírito e aceitar a Cristo como seu Salvador… Me falou também que sofreu um acidente na prisão, provocado pelos presos que se revoltarão contra a sua vida. Ele me disse que durante dez dias não comeu e não bebeu, só lendo a Bíblia e ao final daquele período houve uma rebelião na delegacia e os presos queriam matar os crentes, então foi ai que ele levantou as mãos e repreendeu o grupo, que imediatamente caiu endemoninhado no chão… À noite, os presos juntaram muitos sacos plásticos e como ele estava debilitado por causa do grande período em jejum, então adormeceu e os presos amararam os sacos em sua perna direita e tocaram fogo… Aquele moço, com poucas semanas que havia sido posto em liberdade, compareceu em minha casa e me participou que a grande dificuldade que ele encontrava agora era conseguir um emprego, pois estava fichado e não conseguia obter uma nova identidade… Poucos dias depois ele voltou a minha casa e disse-me:  – no outro dia, após sua oração Orcélio, fui à delegacia e pedi ao plantonista para verificar a minha ficha, então foi ai que comecei a crer no milagre, pois nada constava ao meu respeito… e lhe pedi um nada consta para que pudesse tirar a identidade, e foi ai que senti o milagre de Deus. Pouco tempo depois pude ver a transformação daquele rapaz e como ele era dedicado a Deus. Ele foi separado para o santo ministério para a função de pastor a qual exerceu com muita proficiência… Esse moço que acabo de relatar, com o nome fictício é meu irmão filho de meu pai e minha mãe. Hoje, ele dorme no Senhor vitima de um acidente automobilístico. Deixou uma esposa, e quatro filhos. Isso é o que eu digo, aquele moço foi salvo pelo congo.

Esse relato é comovente e edificante. Caso o amigo e irmão deseje ler todo ele na íntegra e saber como foi os detalhes da vitória, e como foi a confusão na prisão é só adquirir o livro Avistei o Farol. Entre em contato comigo pelos telefones (61) 9551-9827 (claro) ou (61) 8195-1942 (TIM) e ainda (61) 3242-4456, email orcelio.orcelio@gmail.com e farei o possível para que o livro chegue as suas mãos, uma vez que você não o encontrará, ainda, nas principais livrarias nacionais.

Uma alegria sem igual

“Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Senhor Deus meu, tu és magnificentíssimo; estás vestido de glória e de majestade. Ele se cobre de luz como de um vestido, estende os céus como uma cortina. Põe nas águas as vigas das suas câmaras; faz das nuvens o seu carro, anda sobre as asas do vento. Faz dos seus anjos espíritos, dos seus ministros um fogo abrasador. Lançou os fundamentos da terra; ela não vacilará em tempo algum. Tu a cobriste com o abismo, como com um vestido; as águas estavam sobre os montes” (Salmos 104:1-6). À tarde e princípio da noite foi muito edificante. Estávamos em uma igreja evangélica em Estocolmo na Suécia. Naquela noite foi me dada a oportunidade para pregar e estava muito emocionado, pois me encontrava na igreja onde eram membros Daniel Berg e Gunnar Vingren quando saíram para os Estados Unidos da América. Preguei uma mensagem cujo tema foi: “onde vocês pararam, nós brasileiros demos continuidade”. Falei em português e o irmão Daniel Barcelar traduziu para o inglês e o irmão Ivar Vingren (filho de Gunnar Vingren)  do inglês para o sueco, foi tudo uma bênção, a igreja recebeu de todo coração a mensagem, houve um mover do Espírito Santo ali e muitos se alegraram em Cristo. Terminado o culto tivemos um encontro muito maravilhoso com duas filhas do pastor e missionário Oton Nelson, Ruthe e Ester Nelson. Depois de alguns diálogos, consultamos se haveria possibilidade de vermos o renomado missionário Oton Nelson. Elas acharam o momento difícil, uma vez que seu pai não poderia se emocionar devido à saúde debilitada, mas iriam consultar o médico e se ele a permitisse seriamos avisados e se marcaria a visita. O sinal foi verde para nós. Reunimos um grupo e fomos a casa onde iríamos ser apresentados ao missionário Oton Nelson. Estávamos ali orando e aguardando o momento em que ele aparecesse na porta. Antes mesmo de ele surgir ali na sala, todos sentiram uma grande alegria, foi algo muito especial, que não sei explicar, mas tomou conta de todos nós ali reunidos. Alguns caíram de joelhos tomados pelo poder do Espírito Santo, inclusive eu. Quando a porta se abrir e ladeado pelas filhas surgiu o pastor Oton Nelson. Ele nos saudou e fez uma oração tão gloriosa que até hoje, em toda minha vida de cristão nunca ouvi oração semelhante. Foi um momento muito especial, uma alegria sem igual.

Esse relato é comovente e edificante. Caso o amigo e irmão deseje ler todo ele na íntegra e saber como foi os detalhes da vitória, é só adquirir o livro Avistei o Farol. Entre em contato comigo pelos telefones (61) 9551-9827 (claro) ou (61) 8195-1942 (TIM) e ainda (61) 3242-4456, email orcelio.orcelio@gmail.com e farei o possível para que o livro chegue as suas mãos, uma vez que você não o encontrará, ainda, nas principais livrarias nacionais.

O navio está a salvo

“Os que descem ao mar em navios, mercando nas grandes águas. Esses vêem as obras do SENHOR, e as suas maravilhas no profundo. Pois ele manda, e se levanta o vento tempestuoso que eleva as suas ondas” (Salmos 107:23-25).

Das muitas preocupações do telegrafista uma é considerada a maior, a questão da posição do navio. Quando a equipe de comunicações consegue mandar a posição do navio, então todos ficam mais tranquilos, principalmente, o comandante. O dia estava maravilhoso. O Comandante do navio liberou recreação geral. Aproveitei para ir lá para a proa e passei quase toda a manhã acompanhando o show dos golfinhos. Somente a bordo de um navio de grande porte e em alto mar se consegue contemplar um espetáculo tão maravilhoso como o que presenciei… procurei o pastor Silva e lhe disse que o pessoal da estação rádio recebeu carta branca do encarregado da divisão para comemorar o aniversário do telegrafista chefe. O capitão-tenente liberou o próprio setor para a festa. A estação rádio era muito pequena e ali eu não iria ficar confortável então pedi uma sugestão ao pastor: – perguntei ao pastor, o senhor acha que eu devo comparece ao aniversário do telegrafista chefe? – acho que sim, ele é uma pessoa muito boa e gosta demais de você. Se não fores ele ficará muito aborrecido. – pastor disse eu, ouvi uma conversa entre eles que por ocasião da festa eles iriam aprontar uma cilada para mim, não sei do que se trata, só sei que é algo que irá manchar minha reputação como cristão, é tanto que alguém pediu até para não esquecerem a máquina fotográfica, e a foto iria ser publicada no jornalzinho de bordo por nome “a patada”. Após alguns momentos pensando o pastor Silva me disse: – se é assim, acho melhor você ficar por aqui. Neste lugar onde estamos ninguém te achará e você sairá daqui somente para ir ao rancho e depois entrar de serviço… Ali oramos, lemos a Bíblia e ouvi muitas histórias de sua vida naval, inclusive sobre a missão em São Domingos e algumas incursões em praias brasileiras, ou melhor exercícios típicos dos fuzileiros navais, bem como sobre o seu ministério pastoral. Foi tudo muito maravilhoso… Quando cheguei à estação rádio para assumir o serviço, percebi que o clima estava tenso. A famigerada “mensagem de posição”, ainda não tinha o recibo de nenhuma estação do Brasil, ou melhor, eles não tinham ainda a certeza da entrega. O encarregado da divisão estava ali junto com parte da equipe, os demais, tão logo encerrou a comemoração do aniversário do telegrafista chefe (TL-Chefe) abandonaram a estação rádio. – o cheiro de salgadinho e cerveja e outras bebidas saturava o ar da estação. Passei por eles, fui em direção a escotilha e a abriu um pouquinho somente. Ali orei para o mar e não se via nem o horizonte. Tudo estava como um breu. Naquele momento eu orei ao Senhor e enquanto orava algumas estrelas cadentes cortaram o céu e se perderam além do horizonte. Sempre que isso acontecia eu entendia que o Senhor ouvira minha oração. Essa certeza eu trazia comigo desde quando eu subia ao monte de Paracambí para buscar a Deus.  Fechei a escotilha e perguntei ao Sargento Orlandino, TL-Chefe: – o senhor permite eu tocar no manipulador? – claro, já fizemos de tudo, além do CW, trafegamos pela fonia e não tivemos êxito. O Encarregado Capitão-Tenente Flávio ficou olhando todos os meus movimentos. Eu guarneci o manipulador, liguei o transmissor de RF e iniciei um contato com a Estação Rádio de Natal, como eu estava com o fone de ouvido eles não ouviram nada do tráfego, nem a resposta daquela estação brasileira sobre o recebimento da mensagem de posição. Eu, desconectei o fone de ouvido, aumentei o volume do receptor e perguntei mais uma vez pelo código Morse: vocês receberam a nossa mensagem de posição? Caso afirmativo favor emitir um sinal contínuo. A resposta foi imediata. O sinal longo foi ouvido por todos. O navio estava a salvo. O TL-Chefe e o operador de serviço abriram um sorriso longo um para o outro e o chefe falou para o Encarregado: a Estação de Natal recebeu a posição e já mandou para a estação do Rio de Janeiro. O CT Flávio, colocando a mão no meu ombro me agradeceu e sai, dizendo que iria avisar ao comandante do navio e ao chefe do departamento de navegação que o navio estava a salvo, pois a posição já estava no Rio de Janeiro. Minutos depois eu abri a escotilha fiz outra oração a Deus, vi várias estrelas cadentes e agradeci de todo coração a intervenção do Senhor, somente ele poderia ter nos dado aquela vitória e honrado o meu nome perante os meus superiores. Em menos de uma hora as comunicações se normalizaram e as estações rádios do Brasil trafegaram comigo e foi tudo uma benção. O serviço foi muito tranquilo, sem ocorrências. O navio estava salvo isso era tudo naquela hora.

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Deus auxilia aqueles a quem Ele ama

“Digna-te, Senhor, livrar-me: Senhor, apressa-te em meu auxílio” (Salmos 40.13).

A viagem para alguns, principalmente os que deixaram esposas e filhos no Brasil é considerada longa. A família faz muita falta e é possível ver alguns se emocionarem e até mesmo derramarem lágrimas quando chegam ao porto e recebem alguma correspondência, foi assim com o cabo Silva, nosso querido pastor. O pastor Silva estava triste naquela tarde. Tudo indicava que alguma coisa descrita em uma das cartas em suas mãos o deixaram abatido. Com muito respeito e cautela me aproximei dele. Alguns minutos se passaram e ele quebrou o silêncio, sentado ali naquele banco próximo de um dos porões a meio navio. – tenho cerca de nove filhos disse ele, 4 rapazes e 5 moças. O mais velho se casa em dezembro. Eu recebi uma carta de minha filha mais velha e ela me participou que pretende casar-se com um rapaz da igreja ainda este ano. Eu conheço o rapaz, porém eu acho que não é a pessoa que Deus tem preparado para minha filha. Eu gostaria de falar pessoalmente a ela sobre esse assunto e a minha opinião, mas isso não poderia ser por carta, teria que ser olhando dentro dos olhos dela, bem próximo dela, poder orar por ela e tentar abrir os seus olhos, porquanto ela está muito impressionada com os presentes recebidos e já contagiou a minha esposa. Que mais eu posso fazer? – meio sem jeito tentei travar um diálogo com ele e mesmo dando meus primeiros passos na fé ofereci meu apoio em oração. Fiquei ali mais alguns minutos, oramos juntos e deixei-o sozinho e sai com o coração apertado como se o problema agora fosse somente meu. Aproximei-me da cozinha na certeza de encontrar o irmão Carlos Alberto. Graças a Deus, disse eu, quando o vi ali. Aproximei-me e lhe disse: – amado de Cristo eu preciso falar com você, há possibilidade?… Quando ele chegou onde estava, lhe disse claramente o que estava se passando com o pastor Silva e que precisaríamos fazer alguma coisa para ajudá-lo. Estávamos atracados no porto de Barcelona e já tínhamos, no dia anterior comparecido em uma igreja evangélica e participamos do culto, o qual tinha sido uma bênção. Naquela hora me veio uma idéia e compartilhei com o irmão Carlos Alberto que concordou.   – disse eu, você não acha que deveríamos procurar o pastor da igreja onde fomos ao culto ontem e pedir-lhe que nos deixe orar e consagrar ao Senhor para Deus dá ao pastor Silva a devida vitória? Nós faremos isso à manhã pela manhã em jejum, porquanto o pastor é muito precioso para nós e não podemos vê-lo triste daquela maneira… e, após ouvir o relato do nosso propósito disse-nos: – amanhã a partir das 08h00min eu estarei aqui e faremos a consagração, eu ajudarei a vocês nessa batalha espiritual, disse o pastor da igreja em Barcelona/Espanha… No porto seguinte eu tomei um susto quando o pastor Silva me procurou com um sorriso de alegria e vibrando muito ele disse: Deus ouviu nossas orações e recebeu a nossa consagração ali em Barcelona…

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Uma grande libertação abordo

“E, quando desceu para terra, saiu-lhe ao encontro, vindo da cidade, um homem que, desde muito tempo, estava possesso de demônios e não andava vestido nem habitava em qualquer casa, mas nos sepulcros” (Lucas 8.27).

Estávamos atracados no porto de “Fort Lauderdale”, na Flórida. Estava deitado na coberta e os ânimos do pessoal estavam alterados, também, não era pra menos, eles haviam chegado de Miami e compraram muitas novidades e todos estavam “arejando as suas goiabas” (termo que significa, no linguajar marinheiro, testar os objetos comprados), uns estavam tristes, aborrecidos, pois teriam que voltar à loja, porquanto o material adquirido deu defeito. Outros felizes da vida e quando era som o ambiente ficava sonoramente poluído… Bem próximo de mim tinha um marinheiro por nome Jairson que ouvia músicas eróticas. Ele era um jovem que bebia muito e em cada porto comprava livros e revistas pornográficas para colecionar, o seu dinheiro ia embora com essas coisas… Estava com sono, queria dormir e o moço empolgado com seu novo “Sansui”, aparelho três em um de última geração na época. Pedi-lhe para ele reduzir o volume por duas vezes, mas foi mesmo que nada, então apelei para o céu. Imediatamente, sentei no beliche e disse para Deus: Senhor manda um anjo que danifique esse equipamento para eu poder dormir tranquilo. O pedido foi atendido de imediato, só percebi quando o Jairson esbravejou pela coberta (lugar onde dormem os marinheiros), “xingando, do ronda ao contra-mestre” (expressão marinheira que significa desabafar geral). O moço ficou fora de si … o Cabo que cuidava da parte eletrônica do navio, após chamado, disse-lhe: Jairson, não sei porque não funciona, acho melhor levá-lo à loja onde você o comprou. O Jairson obedeceu… Na volta de Miami, enquanto ele ligava o som me aproximei cumprimentei-o e falei sobre o som, então, ele me disse que na loja o som funcionou perfeitamente, e não detectaram nenhum defeito. Ali na coberta ele ligou novamente e o som não funcionou. Percebi a tristeza no rosto do Jairson, então lhe disse: O seu som esta perfeito amigo. Desligue-o. Ele assim o fez. Em espírito fiz uma oração. Coloquei a mão sobre o aparelho e quando ele religou, o mesmo funcionou perfeitamente. O susto que o Jairson tomou foi grande, todavia a alegria era muito maior. Apenas me limitei a dizer-lhe: um dia você compreenderá tudo, estarei orando por sua salvação… Passaram-se algumas semanas e o navio já estava na Europa. Navegávamos no mar do Norte. Estávamos chegando à Londres… Na mesa estavam os irmãos Paulo, Derlano e o Fabio. Na mesa ao lado alguém se levantou e me disse: não consigo ler o meu livro, está me dando uma coisa esquisita no meu corpo. Era o Jairson, estava lendo um romance pornográfico. Disse-lhe: estou ministrando a Palavra de Deus. Se você quiser participar venha para cá, sente-se conosco…  Alguns minutos depois eu disse ao irmão Paulo: varão, segure a mão do Jairson. Senti que o demônio queria se manifestar nele ali e seria um escândalo para os evangélicos abordo. Ele foi ficando mais agitado, então, virando-me para o Jairson exclamei: você quer ser totalmente liberto dessa pressão que você está sentindo? Ele disse que sim. Convidei o irmão Paulo, e saímos com o Jairson para o “castelo” (também conhecido como bico de proa). Quando lá chegamos o irmão Paulo começou a orar por ele e foi ai que ele correu em direção a borda do navio, ele ia se jogar no mar… Dias depois: – tenho algo para te falar. – Então diga. E foi ai que ele me relatou o seguinte: – irmão Orcélio, desde aquela noite em que fui liberto e aceitei a Cristo como meu Salvador que não senti mais vontade de beber. Encerrei minha conta no bar e agora sou uma nova criatura… – Jairson não perdia mais os estudos bíblicos, nem os cultos diários. Ele agora era um novo homem, as coisas velhas haviam se passado e eis que tudo se fez novo em sua vida, gloria a Deus. A vida do Jairson eu traduzi como sendo uma grande libertação abordo.

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