O quarto de Eliseu

“Façamos-lhe, pois, um pequeno quarto junto ao muro e ali lhe ponhamos uma cama, e uma mesa, e uma cadeira, e um candeeiro e há de ser que, vindo ele a nós, para ali se retirará” (2 Reis 4.10).

Acompanhei o pastor Silva a Paripe, em Salvador/Bahia, ali visitamos um presbítero que ele conhecera na viagem passada. O obreiro chamava-se Evilânio e era dirigente de uma congregação em Pau da Lima. Quando chegamos a sua casa ele nos recebeu muito bem e nos alojou em um sobrado bem agradável o qual batizamos de Quarto de Eliseu. Tratava-se de um quarto com vários beliches, uma mesa pequena e algumas cadeiras. Após horas de conversa fomos convidados a nos hospedar ali. A permanência nossa em Salvador estava condicionada a prontificação do reparo do navio previsto para três meses. Conosco haviam mais três marinheiros. Aquele quarto servia de local de oração, leitura e meditação da Palavra de Deus, lugar de planejamento estratégico e de descontração. Ali passávamos várias horas até irmos para a igreja ou regressar para bordo. Poucos meses depois, já em viagem para o exterior, passamos por Salvador, visitamos o presbítero Evilânio e soubemos que ele estava enfrentando uma crise familiar, com uma de suas filhas, a que era gêmea com um rapaz por nome Eliudan. Quando o pastor Silva tomou conhecimento se mostrou bastante preocupado e ofereceu ajuda, dizendo-lhe que havia um guarda-marinha, no navio muito inteligente, conhecedor das Escrituras, ensinador e pregador da Bíblia, homem dotado de grandes virtudes e que talvez fosse interessante chamá-lo para orientá-lo na solução do seu problema familiar. O irmão Evilânio não se opôs a sugestão e disse que emprestaria o seu carro para irmos em busca do irmão Bacelar, que se encontrava no navio. Poucas horas depois chegamos com o irmão Bacelar… Subimos ao quarto de Elizeu, eu, pastor Silva e o irmão Eliudan, enquanto o  irmão Bacelar conversava com o dono da casa. Bem subimos e oramos para Deus conduzir aquela conversa a dona a casa nos mandou descer. Chegamos até a sala. A conversa tinha durado no máximo cinco minutos, eu até então não sabia do desfecho. O irmão Bacelar se despediu dos donos da casa, entrou no carro e fomos deixa-lo no navio. Havia um silêncio naquele momento. Ninguém arriscava perguntar o que houve, mas o pastor Silva quebrou a monotonia e perguntou ao irmão Bacelar, o que houve que a conversa durou tão pouco tempo? – ele imediatamente respondeu: depois que o cumprimentei, oramos, li um trecho da Bíblia, me apresentei e antes que falasse alguma coisa ele me fez uma pergunta: o irmão é casado? O irmão tem filhos? – eu respondi que não, mas era noivo e após a viagem iria contrarir matrimônio. Então, com uma frase só ele encerrou a conversa: o irmão não sendo casado e não tendo filhos não tem nenhuma experiência a passar para mim. Muito obrigado por ter vindo a minha casa… Eu não sei se o Quarto de Eliseu ainda existe, pois já se faz 34 anos que tudo isso aconteceu…

Esse relato é comovente e edificante. Caso o amigo e irmão deseje ler toda a mensagem na íntegra, é só adquirir livro Avistei o Farol. Entre em contato comigo pelos telefones (61) 9551-9827 (claro) ou (61) 8195-1942 (TIM) e ainda (61) 3242-4456, email orcelio.orcelio@gmail.com e farei o possível para que o livro chegue em suas mãos, uma vez que você não o encontrará, ainda, nas principais livrarias nacionais.

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Marinheiro de novo

“Jesus respondeu e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus” (João 3.3).

A semana começou agitada. Era terça-feira e, ainda, no rancho se comentava que os requerimentos haviam chegado e que no segundo-tempo já seria possível saber o veredito. Almocei rápido e fui correndo para a escola. Lá chegando aproximei-me do secretário e lhe perguntei: quando vamos ser desligados? Ele apenas me respondeu: seu requerimento não retornou, é bom você falar com o Comandante Heleno. Ele saiu mais cedo, e só estará na sala amanhã. Meu coração disparou de vez, e falei para mim mesmo: o que de fato aconteceu? Eu não me “stressei” como de costume, alguma coisa dentro de mim me consolava e sabia que se tratava do Espírito Santo me dando um alento jamais sentido em toda minha vida. O restante do dia foi só tensão. Nem o convite para a “pelada” (jogar bola) aceitei, preferi ficar debaixo de uma árvore pensativo. O sol se foi e decidi dormir ali mesmo na Escola. No alojamento peguei a minha Bíblia e li vários salmos e senti uma paz grandiosa e adormeci. Ao levantar naquela manhã de quarta-feira fiz minha oração matinal e nela pedi ao Senhor para me orientar e que me desce força para pedir ao Encarregado que intercedesse por mim para que não fosse desligado da Marinha, pois havia pensado melhor e gostaria de ficar mais alguns anos e se possível seguir carreira. Tomei o meu café e fui, como de costume, para a sala do chefe trabalhar. Tinha várias planilhas para revisar. Quando ele chegou, lhe comprimentei, lhe bati continência, lhe dei bom dia e quando ele se ajeitou em sua cadeira, pedi-lhe licença e falei: comandante Heleno, ontem chegaram os requerimentos dando deferido ao pedido de desligamento dos ex-alunos do curso e o meu não chegou. Desde ontem que não dormi, só pensando no por quê dele não ter chegado. E desde sábado que me veio uma vontade de permanecer na Marinha, mas sei que seria impossível, agora, o senhor com sua autoridade interceder por mim. Sei que fui imprudente e movido por sentimentos impensados, fui na onda de meus colegas e acabei fazendo o documento, mas estou arrependido e não sei como fazer para reverter esse quadro. Ele sorriu, abriu a gaveta …

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Uma alegria sem igual

“Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Senhor Deus meu, tu és magnificentíssimo; estás vestido de glória e de majestade.Ele se cobre de luz como de um vestido, estende os céus como uma cortina. Põe nas águas as vigas das suas câmaras; faz das nuvens o seu carro, anda sobre as asas do vento. Faz dos seus anjos espíritos, dos seus ministros um fogo abrasador. Lançou os fundamentos da terra; ela não vacilará em tempo algum. Tu a cobriste com o abismo, como com um vestido; as águas estavam sobre os montes” (Salmos 104:1-6)

À tarde e princípio da noite foi muito edificante. Estava visitando uma igreja evangélica em Estocolmo na Suécia. Naquela noite foi me dada à oportunidade para pregar. Estava muito emocionado, pois me encontrava na igreja onde eram membros Daniel Berg e Gunnar Vingren quando saíram para os Estados Unidos da América. Preguei uma mensagem cujo tema foi: “onde vocês pararam, nós brasileiros demos continuidade”. Preguei em português e o irmão Daniel Barcelar traduziu para o inglês e o irmão Ivar Vingren (filho de Gunnar Vingren)  do inglês para o sueco, foi tudo uma bênção, a igreja recebeu de todo coração a mensagem, houve um mover do Espírito Santo ali e muitos se alegraram em Cristo… Terminado o culto tivemos um encontro muito maravilhoso com duas filhas do pastor e missionário Oton Nelson, Ruthe e Ester Nelson. Depois de alguns diálogos, consultamos se haveria possibilidade de vermos o renomado missionário Oton Nelson. Elas acharam o momento difícil, uma vez que seu pai não poderia se emocionar devido à saúde debilitada, mas iriam consultar o médico, caso afirmativo eu e meus colegas de navio seriamos avisados e elas marcariam a visita. O sinal foi verde para nós… (a visita foi algo extraordinário!).

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Hora do adeus

“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5.16).

Chegamos ao Rio de Janeiro e nem se quer tive a oportunidade de ir em casa, dali mesmo peguei minha farda, material higiênico e embarquei num outro navio de guerra para uma missão de três dias. Antes de deixar o navio, procurei o meu encarregado e lhe falei que não podia fazer aquela viagem, pois não estava bem de saúde… Ele nem se quer me deu a atenção devida, disse apenas que eu era o mais moderno dos telegrafistas abordo e, portanto a vez era minha. Sai dali inconformado e mais uma vez o Espírito Santo me consolou dizendo: vai nesta tua força, pois estou te dando um grande livramento. Eis que estou contigo, não temas. No primeiro dia da viagem eu adoeci. Fui para a enfermaria com cerca de 40 graus de febre. O médico depois de me examinar diagnosticou que estava com varicela e tratou de me isolar o mais rápido possível… O navio atracou e já tinha uma ambulância pronta para me levar para o hospital… Já no hospital, fui despertado por um outro paciente que, mostrando-me o jornal disse-me: Um navio mercante bateu ontem num navio de guerra da Marinha do Brasil fundeado na Baia de Guanabara, o seu navio… Pelo relato do jornal houve alagamento de compartimentos, ainda durante a noite foi docado às pressas e talvez não voltasse mais a operar como um componente da Esquadra… Duas semanas se passaram até eu desembarcar do navio. Antes de me despedir fui cumprimentado por um dos sargentos telegrafistas que me disse: você sabe quem estaria de serviço no dia em que o navio foi batido pelo mercante? Eu lhe respondi não. Então, ele falou, era você, entrei no teu lugar porque você estava viajando em outro navio… dei adeus a todos e desembarquei crendo que havia feito um trabalho maravilhoso para Deus ali e que Deus havia me livrado daquele acidente.

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Na cova dos leões

“Então, o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e o lançaram na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará” (Daniel 6.16).

Encontrava-me no passadiço. O navio acabara de atracar no porto de Fortaleza,CE. Ainda se podia sentir o balanço do mesmo quando pelo fanoclama veio o aviso: “licenciamento somente para os filhos da terra” – eu era filho da terra, tinha esse direito garantido, porém minhas pernas pareciam estar presas no convés. Um peso muito grande dominava o meu corpo… era o peso do desânimo… Ali mesmo fiz uma oração ao Senhor e senti-me mais fortalecido. Eu sabia que a visita que faria à casa dos meus pais seria um trabalho intenso, complicado…. Três dias fiquei na casa de meus pais, não sai para lugar nenhum, somente orava e lia a Bíblia, foram três dias de jejum e consagração. Ao final daquele período, no terceiro dia, à noite, por volta das 19:00 horas, reuni a família e fiz um rápido culto. Aproveitei para contar o meu testemunho. Ao final orei por cada um e o resultado foi maravilhoso… A luta maior foi quando chegue a bordo do navio… (a história é comovente).

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Tem Coisa que é para se Fazer Sozinho

“Ide; eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos” (Lucas 10:3).

O mar estava encapelado naquele dia. Passávamos por Abrolhos indo em direção ao porto de Salvador. Eu tinha um desejo: visitar um hospital. Convidei alguns irmãos para juntos fazermos as visitas aos enfermos. O navio atracou sem problemas. Na primeira licença sai em busca de cumprir o propósito de meu coração. Esperei por trinta minutos os irmãos… não compareceram no local marcado. No hospital me dirigi ao guarda sentado na porta de acesso ao corredor principal e lhe falei que gostaria de orar pelos enfermos. Ele me ouviu atentamente, porém não levou a sério o que lhe disse, e em vez de permitir a minha entrada, fez foi me proibir. Uma enfermeira que ouvia tudo atentamente disse ao guarda: deixa-o entrar, é um pastor, vou levá-lo as enfermarias, lá tem muita gente precisando de oração… visitei o leito de uma senhora enferma. Tirei um vidro de azeite ungido do bolso, orei, repreendi a enfermidade… A mulher fez um barulhão e logo disse que não mais sentia dores… tive que sair dali correndo com a enfermeira, pois várias pessoas que receberam oração davam o mesmo testemunho e alguns já estavam me procurando ali para que orasse, o ambiente ficou inflamado, tive medo dos médicos, então tratei de sai fora daquele hospital. A enfermeira me conduzia pelos corredores, ela me pediu o azeite e disse que estava desviada do Evangelho e que queria voltar para Jesus… Já refeito do susto e pensando nos colegas crentes que não apareceram, tive a certeza de que há trabalhos que Deus confia unicamente a uma pessoa e não a muitos, logo, aprendi que há coisas que é para eu fazer sozinho.

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A porta se abriu

“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” (Apocalipse 3:20).

Estava feliz naquela segunda-feira. Havia feito todas as provas e testes anteriormente perdidos e fui bem em tudo. Novamente integrado ao corpo de alunos aproveitei para falar de minha conversão.  Chegou o momento final do curso. Eu consegui ser o primeiro colocado da turma e também recebi carta branca para organizar a festa de formatura, não a oficial, mas a que iria ser realizada na escola. Aproveitei para colocar vários versículos bíblicos e mensagens de incentivo e autoestima. Todos gostaram, foi tudo muito lindo. As portas estavam abertas e aproveitei a bela a bela oportunidade… Cheguei a minha nova repartição de trabalho, esta feliz pois não era um navio. Passei ali pouco tempo e me encaminharam para um navio… Sai daquele prédio muito triste. À proporção que caminhava ia reclamando com Deus. Dizia eu: de que adiantou ter estudado tanto, ter lutado para ser o primeiro colocado do curso se não fui para onde eu gostaria de ir, mas para um navio. Havia esquecido de que minha vida, agora com salvo em Cristo estava em suas mãos. Como novo convertido ainda não tinha percebido que a vontade de Deus estaria em primeiro lugar em minha vida… Continuei reclamando até subir a prancha do navio… Poucas horas depois, já mais conformado ouvi pela primeira vez a voz do Espírito Santo, dentro daquele navio: glorifique o meu nome. Lembra-te quando oravas e jejuavas para a salvação de tua família? Eu atendi a tua oração e neste navio te levarei até lá, continue na minha presença…

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Aprendendo a testemunhar de Cristo

“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra” (Atos 1.8).

No sábado seguinte, cheguei cedo ao templo. Participei do culto matinal. Ali aprendi a louvar a Deus, agradecer e, também, pedir alguma coisa ao Senhor. No culto vespertino, ali estava eu novamente, cantando e atento a tudo que se passava no interior do templo. Naquele culto vi muitas pessoas serem libertas e aceitarem a Cristo como Salvador. Quando começou o culto da noite, já não sabia mais onde colocar tanta alegria e uma vontade de glorificar a Deus por tudo que ele estava fazendo comigo. No culto à noite, várias pessoas testemunharam sobre cura divina. As doenças eram as mais variadas e fiquei ainda mais impressionado quando vi vários vidros no púlpito contendo tumores que saíram de dentro das pessoas. Tal cena me deixava cada vez mais fervoroso e motivado no começo de minha fé cristã. Como de costume, ao término do culto apanhei um ônibus e fui para casa. Naquela noite, falei ao motorista: Posso entregar alguns folhetos aos passageiros? Sim pode, disse-me ele… aproveitei a oportunidade para dizer a todos que havia aceitado a Cristo como meu Salvador, que estava feliz e grato a Deus por ter trocado o meu fardo pesado por um mais leve… “… Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus 11.27-30). Assim iniciei meu ministério de evangelização. Dentro daquele ônibus pude ver pessoas se emocionarem quando lhes falei de Jesus e o que Ele estava fazendo comigo. Estava aprendendo a testemunhar de Cristo.

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Decisão mais valiosa que o ouro

“Que faço para me salvar? Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo tu e tua casa” (Atos 16.30).

 Desci do ônibus e, na rodoviária mesmo, pedi um refrigerante Mineirinho. Enquanto o tomava, de longe, eu vi na porta do templo o meu amigo. Ele estava lá me esperando como combinamos. O guaraná estava muito gelado e quando o bebia lentamente, ouvi uma voz que falava comigo assim: “Se você entrar ali naquele templo, eu vou te matar!” Fiquei assustado…  sai dali com medo e disposto a nunca mais voltar àquele lugar. A segunda-feira começou linda. O sol nasceu cedo e parecia trazer para mim uma notícia agradável, mas não sabia o que era. Meu coração estava diferente, porém apertado como quem sofrera um longo golpe. Pensava naquela voz e dizia para mim mesmo: Será que Deus estava me orientando sobre alguma coisa relacionada à fé? Pensei, também, em muitas outras coisas. Encontrei-me com o Eurico e ele me cobrou a ida a sua igreja. Perguntou-me por que eu não compareci como havíamos combinado. Eu calmamente lhe expliquei… No sábado seguinte voltei aquele templo… Jamais havia participado de uma reunião tão comovente, alegre, com muitos cânticos e com a explanação do evangelho. A reunião prosseguiu.. no final fiz a maior decisão de minha vida: aceitei a Cristo como meu Senhor e Salvador… foi uma decisão mais valiosa que o ouro.

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Descoberto pelo lampejo

“… Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos e eu os aliviarei…” -(Mateus 11.28)

 Há alguns metros da porta de entrada do vestiário, uma voz me chamou a atenção. Era do cabo telegrafista, Eurico. Ele estava sendo desligado, ou melhor, reformado, por problemas de saúde.  Eurico jogava bola comigo, era um bom zagueiro, mas, desde que regressara de férias, passou a sentir dores nas costas e abandonou as atividades físicas… alguns meses depois a Junta Médica o Reformou, pois, de tão encurvado que estava, não tinha mais condições de servir à Marinha. Surpreendi-me, naquela tarde, quando o vi se aproximar andando perfeitamente, sorrindo e feliz da vida. O que houve contigo? Você não ia ser Reformado? Ele prontamente me respondeu: Sim. Eu já estou Reformado e vou ser desligado dentro de uma semana, mas antes eu quero lhe dizer uma coisa da parte de Deus: Você precisa aceitar a Jesus Cristo como seu único Salvador. Foi aí que ele me contou como houvera sido liberto e curado e como foi seu encontro com Cristo. Um testemunho surpreendente e edificante. Mesmo totalmente curado e em perfeito estado de saúde, a Junta Médica já tinha dado o veredicto final: Reforma, ou seja, incapacitado para o serviço ativo. A história aqui narrada fala do meu verdadeiro encontro com Cristo, o dia em que eu Avistei o Farol, através do lampejo, da luz do Espírito Santo. Um testemunho de fé e poder de Deus.

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