O homem como produto

“Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo, também, sucede aos animais, a mesma coisa lhes sucede: como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego, e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade” (Eclesiastes 3.19).

São cada vez menores os anúncios de empregos, por parte das empresas, principalmente, em jornais. Com isso, os departamentos de Recursos Humanos têm mais chances de selecionar os futuros empregados porque a estratégia usando a mídia, exclusivamente a internet, torna o acesso mais restrito e na avaliação preliminar dos currículos já se descarta boa quantidade dos candidatos sem que seja necessário o contato físico com eles por meio de entrevista que é a última fase depois de se analisar o currículo. Há um conceito muito forte no mercado de que o homem precisa ser visto como um produto. Um produto que está pronto para ser adquirido e que, por isso, deve ser o mais atraente possível, o mais bem preparado, capacitado e que possa render frutos à empresa empregadora. Hoje não basta ter um curso superior, ser um técnico, pois o mercado quer sempre o melhor. Salomão já dizia: “… e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade”. Hoje, é comum as pessoas se apresentarem como produto ao mercado de trabalho. Há uma teoria defendendo que o homem tem que se expor como “uma mercadoria de ótima qualidade”, independente do currículo. A aparência, o falar, o porte físico, tudo isso tem sido um grande diferencial para a aceitabilidade das pessoas no universo trabalhista, porém, isso não é tudo. O cristão não é uma mercadoria que se vende a qualquer preço. Quando ele está na presença de Deus e a vontade do Senhor está sobre sua vida, tudo se torna bênção, pois o Senhor coopera com seus filhos. Saiba que você não é um produto para ser exposto. Saiba que você foi comprado por um alto preço, preço de sangue, sangue inocente e precioso de Cristo. Foi na cruz que ele garantiu a nossa salvação e a nossa vitória. Não aceite ser um produto para ser exposto e negociado. Confie mais em Cristo. Amém!

Caso você deseje ler toda a Coleção Nas Asas do Espírito, Principalmente o Volume III, de onde foi tirado este texto, ou o livro Avistei o Farol, onde narro parte de minha vida secular, ou seja, testemunhos que me ocorreram na minha trajetória na Marinha do Brasil, e o Túnel do Tempo que retrata minha vida ministerial. Entre em contato comigo e adquira todos os livros por um preço espetacular, é só fazer contato pelos telefones (61) 9551-9827 (claro) ou (61) 8195-1942 (TIM) e ainda (61) 3242-4456, email orcelio.orcelio@gmail.com e farei o possível para que os livros cheguem em suas mãos, uma vez que você não os encontrará, ainda nas principais livrarias nacionais.

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O pardal e o cristão

“Até o pardal encontrou casa, e a andorinha ninho para si e para sua prole, junto dos teus altares, Senhor dos Exércitos, Rei meu e Deus meu” (Salmo 84.3).

Outro dia desses, eu falei sobre diversos tipos de andorinhas, pássaros que gostam de fazer o seu ninho nas cumeeiras dos templos. O pardal apresenta algumas características que muito se assemelham à vida do cristão, a começar pela sua capacidade de reprodução. Eles são pássaros que encontram muita facilidade para procriarem. A igreja de Cristo tem essa capacidade, principalmente, se levarmos a sério o trabalho realizado pelos Grupos de Evangelismo de Crescimento. A igreja é um organismo que cresce muito rapidamente, porque os cristãos se unem em torno de um objetivo específico: ganhar almas para o reino de Deus. Quando estamos convictos do IDE de Jesus, não temos medo e nem receio de pregar sabiamente o Evangelho, “poder de Deus para salvação de todo aquele que nele crer”. Pardal é nome genérico dado aos pequenos pássaros da família “passeridae”. São, também, aves cosmopolitas e adaptam-se bem a áreas urbanizadas e à convivência com os seres humanos. De igual modo, nós, como a igreja de Cristo, não podemos viver longe um dos outros. Temos que nos agruparmos. Esse negócio de servir a Deus em casa, não comparecendo à igreja e não participando, com os irmãos, da comunhão e do partir do pão, não é bom e com o passar do tempo, acabará definhando a pessoa, espiritualmente falando. Os que optam por essa prática é bom reavaliar seus conceitos, pois não condizem com o preconizado nas Escrituras Sagradas: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. (…) Diariamente perseveravam unanimemente no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração. Louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (Atos 2.42-47). Os pardais alimentam-se de sementes e de insetos. Tal como eles, o cristão não pode abrir mão de sua alimentação diária, ou seja, aquela capaz de mantê-lo em pé, firme na fé, edificado, cheio do conhecimento de Deus, através da Palavra do Senhor. Cabe ressaltar que o pardal doméstico foi introduzido pelo homem em todos os continentes e é, atualmente, a espécie de ave com maior distribuição geográfica. Mais um fator para que o cristão se assemelhe a eles, pois o próprio Jesus disse: “… Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16.15). O pardal é um pássaro atento e desconfiado, resistindo bem às perseguições e sempre ocupando novas áreas. Para expandir-se geograficamente, conta também com a colaboração dos seres humanos que os conduzem através de embarcações, estrada de ferro e de rodagem. Por fim, vemos quantas semelhanças esse pássaro tem com o cristão. Nós temos a obrigação de sermos resistentes a toda e qualquer perseguição, porquanto o mundo jaz no maligno. Antes de ele perseguir a nós, perseguiu a Cristo, porém, Cristo o venceu e a igreja tem autoridade para vencê-lo também. Nós, cristãos, somos mais do que vencedores em Cristo Jesus.

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Tudo na vida pode se tornar mais suave

“Disse-lhes outra parábola: o reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado” (Mateus 13.33).

Cada dia que passa, as pessoas vão absorvendo os problemas que estão ao seu redor. Uns absorvem mais, outros menos, mas todos são alvos das inúmeras difusões de fatos que acontecem e chegam ao nosso conhecimento pela mídia e por aqueles que estão juntos a nós. Hoje é natural se presenciar um cristão reclamar das circunstâncias da vida. Às vezes, reclama muito mais do que aqueles que dizem não ter Deus ou que professam uma fé que não é a fé cristã. Há algum tempo, não era muito comum um crente salvo reclamar da vida, pois ostentava sempre os lemas “Em tudo dai graça”, “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”, “Todas as coisas contribuem para o bem daquele que ama a Deus” e muitos outros versículos que fortalecem a fé em Cristo. Eram pessoas que sabiam suportar as adversidades com sobriedade e esperança de um dia melhor. Se a vida ao lado de Cristo tem se tornado difícil para muitos cristãos, imaginem sem a ajuda celestial, sem o mover do Espírito Santo, consolador daqueles que amam a vinda do Senhor. A Bíblia diz que “o sol nasce tanto para o justo como para o injusto”; logo, tanto o salvo como o ímpio estão sujeitos a toda sorte de problemas que pode atingir o ser humano. A diferença na vida do cristão é porque este está debaixo da potente mão de Deus e vive na orientação do Espírito Santo e anda na vontade do Senhor. Os fatos que ocorrem em sua vida não são fruto do acaso, mas tudo acontece conforme o propósito de Deus. Quando o homem aceita a Cristo como Senhor e Salvador, a sua alma alcança misericórdia diante do Pai, é justificada, regenerada e passa a desfrutar das bênçãos da santificação. Sua alma é levedada, tal como o fermento na massa. Alguns chegam até a dizer: “Eu estou mui leve!” É isso mesmo que acontece. Quando o pecado é apagado da vida do homem, de imediato, cai de sobre ele o fardo pesado de iniquidades e aí ele passa a se sentir mais leve, e a sua vida se enche de suavidade. Para o homem permanecer sempre com essa sensação de leveza, é preciso observar alguns preciosos preceitos contidos nas Escrituras Sagradas: não deixar de meditar na Palavra de Deus, não permitir que sua vida se afaste da pessoa de Cristo, não se embaraçar com os negócios desta vida, não permitir que o Diabo e a fraqueza espiritual lhe distancie dos cultos oficiais da igreja onde congrega, buscar a Deus em oração, conforme está escrito: “orai sem cessar”, procurar manter a paz de espírito através da comunhão com o Senhor, com o próximo e consigo mesmo, evitar as más companhias e não se assentar na roda de escarnecedores e de infiéis. A leveza da alma tem que ser uma constante na vida do crente em Jesus Cristo. Esforce-se para manter este estado de espírito e a firmeza na fé. Amém!

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O cristão e a Jabulani

“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá a Deus” (Hebreus 12.14).

Terminou, no último dia onze, o maior evento do futebol, a Copa FIFA 2010, realizada na África do Sul, denominada de Copa do Mundo, por reunir as melhores seleções dos continentes. O país do futebol, Brasil, voltou para casa bem cedo, talvez porque os jogadores da seleção canarinho não tivessem se adaptado com a Jabulani, a bola tão criticada por muitos jogadores e técnicos brasileiros e estrangeiros. Produzida pela empresa Adidas, a Jabulani foi a bola oficial da competição futebolística. Ela foi a responsável por algumas jogadas espetaculares, porque não dizer, estranhas, com efeitos incríveis, que resultaram em gol, traindo a confiança de excelentes goleiros que, provavelmente, não seriam surpreendidos se a bola do jogo fosse uma outra. Jabulani é uma palavra da língua Bantu Zulu, um dos onze idiomas oficiais da África do Sul, e significa “celebrar”. Suas onze cores, de acordo com a Adidas, foram escolhidas para representar os onze jogadores de cada seleção, os onze idiomas oficiais do país sede da Copa e as onze etnias que formam a população sul-africana. As muitas características dessa famigerada bola podem trazer ao cristão sinais de alerta, como um farol que orienta os navios no mar assim será com relação à vida cristã de cada salvo. Vejamos algumas: 1) A cor: A cor predominante, o branco, segundo a tipologia bíblica, significa pureza, santidade e relaciona-se com a santificação do cristão. Esse processo de purificação deve ser uma busca constante por ele ser responsável pelas vitórias do crente no mundo e o passaporte para que ele veja o Senhor no céu – “Sem santificação, ninguém verá a Deus”. Como o branco nela predomina, de longe ela se desloca exuberante e ligeira como se fosse vestida de um véu de noiva, pois, ao ser chutada, o branco realça, como as vestes do salvo totalmente brancas: “Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça” (Ec 9.8). De preferência, salpicada com sangue, o “sangue do Cordeiro de Deus, Jesus Cristo” (Ap 22.14). Quem prima por uma vida santificada é mais que vencedor nas batalhas que se levantam em sua trajetória cristã. 2) Os gomos de cores na tonalidade dourada – a Jabulani é pomposa, bela, com seus oito gomos dourados em homenagem à capital da África do Sul, Joanesburgo, conhecida como “lugar de ouro”. De igual modo, aquele que pretende ou já carimbou seu passaporte para a Nova Jerusalém irá contemplar as doze portas de pérolas desta cidade e a sua praça de ouro puro, como vidro transparente (Ap 21.21). Com a tonalidade do ouro, a Jabulani reluz e se destaca. Essa alusão serve como alerta ao cristão temente a Deus, para que não deixe de ser um vaso de ouro (2 Tm 2.20), para uso contínuo do Espírito Santo. 3) O nome Jabulani cujo significado é “celebração” – A Bíblia diz “Celebrai com júbilo ao Senhor, todos os moradores da terra; dai brados de alegria, regozijai-vos e cantai louvores” (Salmo 98.4) não deixando de render glórias ao Senhor com seu instrumento de sopro ou corda. Caso não tenha, serve a Vuvunzela, mas não deixe de glorificar e exaltar o nome do Senhor todo-poderoso. A Jabulani, tão cedo, não será esquecida de todos quantos assistiram à Copa 2010 e você, sempre que ouvir falar esse nome, lembre-se de que algumas características dessa bola podem muito te auxiliar na olhada para dentro de si mesmo e te levar a enxergar o seu estado espiritual e aí você verifica que não poderá viver cheio do Espírito Santo sem a santidade exigida por Cristo. Tal atitude é uma ação de ousadia por parte de cada salvo.

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Jogue no lixo!

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna por Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6.23).

O ser humano tem uma vida muito passageira. É como a flor da erva, diz a Bíblia: “… o rico em seu abatimento; porque ele passará como a flor da erva” (Tiago 1.10). O homem está sempre cercado de coisas boas e ruins. É bom que ele tenha discernimento para decidir pelas coisas que realmente trazem alegria, paz e felicidade de um modo geral, pois essas são as boas e maravilhosas coisas que ele precisa buscar. As ruins, ele deve desaparecer com elas, ou seja, tirá-las de sua frente. É por isso que se luta com persistência para que estas coisas indesejáveis não estejam presentes no cotidiano de todos nós. Há uma coisa que perturba e provoca inquietação, que mexe com a estrutura humana, não só na área física, na psicológica mas também na espiritual. Trata-se do pecado que “tão de perto nos rodeia” (Hebreus 12.1). O pecado faz a pessoa se afastar de Deus, destrói famílias, promove contendas, mortes em todos sentidos, envergonha, afasta pessoas que se amam, une pessoas para caírem em abismos, enfim, ele tem propósitos fúnebres e devastadores. Ora, se você sabe de tudo isso e ainda morre de amores por ele, então, nada se pode fazer. Porém, se você deseja ser alcançado pelo poder de Deus, ser transformado e começar uma nova caminhada, amparado pela Palavra de Deus e orientado pelo Espírito Santo, então, eu te digo: Joga no lixo os teus pecados!

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O segredo da vitória de José do Egito

“Acharíamos um varão como este, em quem haja o Espírito de Deus? (Gênesis 41.38b)

Uma das histórias bíblicas mais emocionantes é, sem dúvida, a que envolve a pessoa de José, filho de Jacó, um jovem que tinha o Espírito de Deus, conforme as palavras de Faraó. O segredo de sua vitória foi que ele depositou sua fé inabalável no Deus de seus pais (Gn 41.16b), pois ele cria que as promessas divinas haveriam de se cumprir em sua vida (Gn 48.21-22) e que Israel era o povo protegido e amado pelo Senhor Deus de Abraão (Gn 45.7 e 48.19). Ele foi vitorioso em suas conquistas na vida porque foi fiel ao Senhor e não deixou sua fé abalar-se. Isso se deu quando foi traído por seus irmãos e não cobrou de Deus (Gn 37.27,28); quando foi tentado, caluniado e preso por Potifar (Gn 39.21-23). O segredo da sua vitória foi sua fé em Deus. José tornou-se o grande Zafenate-Paneia (o salvador, título atribuído somente a Cristo, o verdadeiro Salvador do mundo) por sua firmeza de caráter, pois ele não se vingou de seus irmãos (Gn 45.5), não cedeu diante da tentação (Gn 39.9) e não murmurou na hora das provações. Deus hoje quer nos fazer vitoriosos, porém, há vingança no nosso coração, fraquezas diante de nossos olhos e não sabemos sofrer calados os momentos de angústias e de dores pelos quais passamos. José triunfou porque, além das virtudes acima, ele demonstrou ser um exemplo de homem humilde. Em sua humildade, ele agradou a Deus (Gn 39.21, Sl 147.11). Ser humilde foi um degrau para a vitória (Gn 45.4-5, Ez 21.26 e Mt 23.12) e, por tudo isso, Deus o elevou soberanamente (Gn 41.38-43, 45.8-9 e Fp 2.8-9). Exemplo como esse, meus queridos, deve ser seguido. Ao lermos a história de José, ficamos fascinados ao ver como ele foi paciente e soube esperar o tempo de Deus. Lendo sua história, aprendemos que Deus nos concede incríveis vitórias, mas, primeiro, Ele nos prova e nos ensina variadas lições, sempre com o propósito de aumentar a nossa fé e edificar o seu povo. Não se desespere, igreja! Estamos no caminho certo. Estamos no rumo verdadeiro. Basta confiarmos e esperarmos no Senhor, pois, nessa batalha, não teremos que guerrear, basta permanecermos de pé e vermos a grande vitória do Senhor por nós.

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Um vaso novo

“Como o vaso que ele (o oleiro) fazia de barro se quebrou em sua mão, tornou a fazer dele outro (novo) vaso conforme o que pareceu bem aos seus olhos fazer” (Jeremias 18.4).

Todo cristão é considerado um vaso na casa de Deus. A casa do Senhor tem vasos de todos os tipos. Há vasos velhos e vasos novos. Não me refiro aqui à idade, mas ao espírito renovado, por ter a pessoa sido alcançada pelo poder do Espírito Santo e pela graça salvadora de Cristo, ou seja, ter nascido de novo e, por isso, ser um novo vaso. O Deus todo-poderoso é o grande oleiro que tem capacidade para quebrar o vaso e tornar a fazê-lo novamente. Todo cristão, como vaso de honra, deve estar pronto para ser quebrado pelo Senhor. Ele é o único que conhece totalmente nossa estrutura e sabe o que é melhor para cada um de seus nós. Muitas vezes o homem resmunga, esperneia, faz birra e se afasta de Deus. Fica bravo com tudo e com todos, mas, quando é quebrado e novamente moldado, passa a entender com ternura quão grande é o amor de Deus por todos quantos foram lavados e remidos no sangue do Cordeiro. Paulo, em Rm 9.21, diz: “Ou não tem o oleiro direito sobre a massa para, do mesmo barro, fazer um vaso para honra e outro para desonra? O Senhor quer falar com os seus vasos novos, todavia, cada um deve se colocar na vontade do Senhor, descendo à casa do Oleiro, ou seja, a sua presença com sinceridade e humildade para se deixar quebrar e ser feito novamente, agora, de maneira perfeita para o uso divino (Jr 18.2). Deus precisa, nesses últimos dias, de vasos novos, vasos com um espírito renovado, ou seja, não presos ao legalismo ou a costumes que não trazem edificação, mas cheio do Espírito Santo e que se deixem renovar a cada manhã pela Palavra. Vaso novo é vaso para o uso irrestrito do Senhor. Vaso novo, aceita e vive a Palavra. Vaso novo se deixa corrigir, é humilde, sabe esperar o seu momento de ser usado, sofre com paciência as provas, sempre está pronto para o trabalho na casa de Deus, é corajoso, gosta de oração, ama os irmãos e sente falta deles quando se ausenta por motivos particulares. É generoso, amigo e cumpre com seus deveres de cristão e gosta de levar as cargas dos irmãos que necessitam de ajuda e apoio. Vaso novo tem compromisso, tem convicção de salvação, é apaziguador e está firme esperando a vinda do Senhor Jesus Cristo.

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Daqui a cinquenta anos

“O que semeia a injustiça segará males, e a vara da sua indignação falhará” (Provérbios 22.8).

“Naquele dia tenebroso de novembro de 1971, na prisão federal de Springrield, Missouri, descíamos por um túnel, envergando a farda da prisão. Não me foi permitido usar sapatos, meias ou roupa interior, nem sequer um cinto. Apenas um par de calças e uma camisa. Jamais esquecerei: deram-me uma calça de número 50 que eu segurava com as mãos, para evitar que caísse. Continuamos a caminhar através do túnel. As portas eletrônicas abriram-se para nos dar passagem, fechando-se em seguida. Já tínhamos andado bastante, quando ouvi um homem gritar. Não se tratava de um grito de dor, mas de desespero por se encontrar ali há muitos anos. Chegamos a uma pequena cela, quase no fim da fila. Abriram-na, atiraram para dentro um travesseiro e um cobertor e obrigaram-me a entrar. Um dos três guardas que me acompanhavam disse-me: “Entra, importante. Viremos buscar-te daqui a cinquenta anos”. Fecharam a porta com grande estrondo e se foram. Até aquele momento ainda não havia experimentado o desespero, porém, quando os ouvi cerrar a porta e afastarem-se, então uma angústia tremenda se apoderou de mim. Imagine o que significa ouvir o contínuo bater de portas durante as 24 horas do dia! Mas havia um outro som que não parava – o do homem gritando desesperado. Na cela onde me achava podia escutá-lo dia e noite, todo o dia, cada dia, gritando desesperado. Não suplicava por Deus. Por quem clamava ele afinal? Nem os próprios presos sabiam dizer. E assim comecei a cumprir a minha pena. Sem dar por isso, um ano passara-se rapidamente e depois outro. Então, mudaram-me de cela. Nunca pedi para sair sob fiança. Nunca roguei a Deus que me tirasse dali. Decorridos aproximadamente dois anos, o tenente-chefe veio a mim e disse: “Neill, pega as tuas coisas porque irás para casa”. Assim aconteceu, e saí sob fiança ao fim de dois anos e três dias de prisão. Minha mulher, nesse período em que estive preso, se converteu ao Evangelho de Cristo, aceitando a Jesus como seu Salvador e Senhor. O último dia que passei na prisão era o dia de Ações de Graças. Acreditem-me! Eu dei graças a Deus como ninguém talvez o tenha feito! Sentado na cela dizia eu: “Escute esta palavra, Pai celestial” e então lia em voz alta os trechos das Escrituras que houvera recebido, os que mais apreciava. Durante os dois anos em que ali estive, pude ler a Bíblia e sobre ela meditar muitas vezes e aprendi a amar a Palavra de Deus e as pessoas” (C. Neill). Ao ler este texto, lembrei-me de meu irmão, que já dorme no Senhor. Quando o visitei numa prisão, no centro sul do Rio de Janeiro, a primeira coisa que fiz foi lhe dar um exemplar da Bíblia Sagrada que havia ganho dos Gideões Internacionais. Ele, ao ler os trechos do precioso livro, encontrou-se com Cristo que, em pouco tempo, o chamou para a Sua obra e fez dele um pastor de ovelhas. Como é importante a intercessão. Ela abre portas, abre o mar, abre as portas do cárcere como fez nos dias em que Pedro esteve preso, abre corações e transforma vidas. A intercessão é o fruto do amor pelo outro. Quem intercede ama. A Bíblia é a carta magna que fala com profundidade sobre a intercessão. Se eu não a ler, como entenderei melhor sobre o assunto? Quantos têm a Bíblia em várias versões, mas não encontram nela o verdadeiro alimento, nem se edificam e muito menos permitem que o Espírito Santo os fale por meio das edificantes exortações? Quantos a têm, mas dela não desfrutam como deveriam desfrutar? Alegam falta de tempo para a meditação, falta de tempo para ouvir Deus! Muitos há que só encontram esse tempo quando são colocados atrás de uma cela de prisão! Liberte-se, você está solto!

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Cárie espiritual

“Se te mostras fraco no dia da angústia, a tua força é pequena” (Pv 24.10).

A palavra de hoje eu procuro fazer uma comparação da vida espiritual do cristão com um dos problemas dentários mais frequentes no nosso país, a cárie. Não sou dentista. A cárie é responsável por uma gama de males que afetam a dentição de milhares de brasileiros, principalmente, nas camadas mais pobres que, por desinformação, os cuidados preventivos não são observados à luz do que é preconizado pela odontologia. Um dos fatores causadores da cárie é a ingestão de alimentos com alto teor de açúcar e, também, pelo descuido na escovação correta diária. Isso se aprende desde cedo, quando estamos dando os primeiros passos. Dizem os especialistas da área que todos quantos cuidam da escovação dos dentes fazendo uma revisão odontológica regular fazem um trabalho de prevenção muito eficaz contra a cárie. Esta prática também melhora a saúde bucal o que dá mais conforto, melhora a aparência e aumenta a autoestima. A odontologia desempenha um papel vital na prevenção contra a cárie e os demais problemas bucais. Promove o equilíbrio e a harmonia buscando o mais belo e mais saudável sorriso que melhorará a aparência e a qualidade de vida da pessoa. Na vida espiritual, às vezes, surgem cáries. Neste contexto, existe o pecado. Este vocábulo está se ausentando das homilias dos renomados pregadores. Quando eles se referem ao pecado, quase sempre o chamam de desvio de conduta, erro de propósito ou mesmo desequilíbrio moral, com grandes possibilidades de ser reparado sem que, para isso, precise se arrepender ou mesmo implorar a Deus o perdão. Basta tão somente mudar de conduta ou abandonar a prática do ato tido e havido como errado ou até mesmo incoerente com os padrões bíblicos. Arrependimento nada mais é do que o sentimento de pesar por faltas cometidas ou por um ato praticado. Com o arrependimento, o homem sente a sensação de ter nascido de novo e que a vida que agora leva é diferente da que levava outrora. A Bíblia diz: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é. As coisas velhas se passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5.17). “Estar em Cristo” é o estado de reconciliação com Deus. Trata-se do envolvimento do homem com o amor de Deus. Assim como a cárie destrói a raiz do dente, o pecado, de igual modo, promove a morte espiritual de todos aqueles que se deixam influenciar por ele. O apóstolo Paulo diz que “… o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”. Cuidado com a cárie espiritual, o pecado, que tão de perto nos rodeia e que pode nos levar à morte.

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Tesouro em vasos de barro

“Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2 Coríntios 4.7).

O apóstolo Paulo é um exemplo de vaso de barro. Há um paradoxo em que o mesmo homem que é usado por Deus para curar enfermos, libertar pessoas cativas de Satanás, ressuscitar um morto, pregar o Evangelho sem medo da morte, etc., é o mesmo que chora na prisão, que canta hinos de louvor, que se humilha perante Deus, arrepende-se de todos os seus pecados e se acha o maior pecador entre os homens de sua época, sujeito às mesmas paixões e desejos que os cristãos de hoje. É preciso que cada crente em Jesus Cristo compreenda bem o conhecimento de Deus em sua vida. Esse conhecimento é o tesouro que, armazenado no coração, proporciona um caminhar firme para testemunhar do grande amor de Deus, da morte e da ressurreição de Jesus Cristo, autor e consumador da fé. Que tesouros você tem que precisam ser preservados para que possa viver bem, ter êxito e vitórias em tudo que você deseja fazer? Um desses tesouros é a fé. Sem ela é impossível agradarmos a Deus e ela cresce à proporção que eu a exercito. Outro tesouro glorioso que o crente recebe quando aceita ao Senhor como Salvador é a alegria da salvação. Jamais se deve perder essa alegria. Davi, o maior rei de Israel, certa vez sentiu que havia perdido essa alegria e orou a Deus assim: “Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias. Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me de meu pecado. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que gozem os ossos que tu quebraste. Esconde a tua face dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto. Não me lances fora da tua presença e não retires de mim o teu Espírito Santo. Torna a dar-me a alegria da tua salvação e sustém-me com um espírito voluntário” (Salmo 51). Esforce-se para não perder a alegria da salvação. Ela deve ser preservada e guardada a sete chaves para que o inimigo não a roube. Quando o crente perde essa alegria, perde, na verdade, a graça e a unção divinas. Outro tesouro valioso é o amor. O amor deve ser cultivado e aprimorado a cada instante na vida cristã, pois ele é a mais perfeita manifestação de ternura, de gratidão e carinho por tudo que o Senhor fez por nós. Quando o crente ama de verdade a Deus, sente o desejo e o dever de amar ao seu irmão, ao seu semelhante, como a si mesmo. Procure preservar o amor dentro de seu coração e o pratique sempre, pois você irá obter paz e harmonia plenas. Quando o homem de Deus valoriza os tesouros recebidos do Senhor para o exercício de sua fé cristã, ele certamente passa a reconhecer que todo o poder emana de cima, de Deus e, com frequência, humilha-se diante de Jesus para que a excelência do poder seja unicamente de Deus, o Criador de todas as coisas e não do crente, a criatura. Há muitos tesouros conquistados, tais como os dons espirituais e a paz e há muitos outros que precisam ser conquistados e armazenados em vasos de barro. O vaso de barro caracteriza a fragilidade e a capacidade do homem de Deus se dobrar diante do Senhor. Quem não consegue se humilhar diante do Senhor, jamais será exaltado por Ele.

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